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Criatividade e Inovação: suas poderosas armas na luta contra o ciclo de fracasso no seu negócio

Criatividade e inovação são conceitos completamente ligados, porém completamente diferentes.

E ainda assim frequentemente confundidos como sinônimos.

Ter ideias não torna ninguém genial ou bem-sucedido.

Todos nós temos a capacidade de gerar uma enorme quantidade de novas ideias.

A diferença no resultado está no que você irá fazer com sua criação. Afinal, uma ideia sem execução não gera valor.

Atividades como a observação, o uso de referências e o experimento de um olhar diferente para coisas comuns, fazem parte do processo de criatividade.

Como expliquei neste artigo sobre bloqueio criativo, você, independente da área de atuação, tem a possibilidade de aprender a usar sua criatividade. Pois ela não é fruto de talento ou dom, mas sim de muito treino.

A criatividade é o passo anterior à inovação.

Toda mudança feita no mundo começou a partir de uma ideia.

No entanto, a ideia não representa nada além de uma produção mental sem valor. E, conforme começa a ganhar corpo e sair do mundo teórico, o processo de inovação se inicia.

O conceito que melhor define a inovação é o de execução de ideias. Desde que essas criações ao serem implementadas, de fato gerem valor para as pessoas.

Outra definição completamente distorcida da inovação, é que, a sua ideia, ao ser implementada, precisa mudar o mundo para ser considerada inovadora.

Não, você não precisa ser o próximo Thomas Edison, Alexander Graham Bel ou até Elon Musk para usar sua criatividade e inovação.

Com atitudes relativamente simples, porém criativas, você pode transformar a sua realidade, porque este é um processo que está ao alcance de todos nós.

Ficou curioso(a) para saber como usar seu potencial de criatividade e inovação? Então continue lendo este artigo para saber mais sobre:

Curtiu o assunto deste artigo? Então compartilhe com seus amigos para que cada vez mais a criatividade e inovação faça parte do nosso cotidiano e novas ideias possam ganhar vida.

Como acontece a inovação

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Será que você não anda inibindo seu potencial de criatividade e inovação por estar preso(a) à crença limitante de que somente grandes gênios capazes de gerar grandes ideias, podem trazer suas soluções inovadoras para o mundo?

Se todos nós nascemos capazes de aprender a sermos criativos, certamente podemos aprender também aprender a sermos inovadores.

No ano de 1672, Ferdinand Verbiest, construiu o primeiro veiculo que não dependia de cavalos para se locomover. Mas somente de vapor.

Porém, talvez você não tenha ouvido falar dele. Isso porque sua criação era apenas um brinquedo. Sem tamanho suficiente para transportar uma pessoa, animais ou objetos.

Foi somente em 1769 que o primeiro automóvel movido a vapor e capaz de transportar pessoas foi desenvolvido. E ainda mais tarde, em 1876, que o primeiro automóvel “moderno”, usando motor de 4 tempos foi criado por Karl Benz.

Neste grande intervalo de tempo, diversas inovações foram feitas nos protótipos existentes para chegar ao modelo de automóvel que conhecemos.

Por fim foi a vez de Henry Ford, que inovou ao inserir o método de produção em massa de carros na sociedade.

Além disso criou um sistema de franquias para a venda desses carros, que hoje conhecemos como concessionárias.

A indústria automobilística não para de se superar e evoluir.

A cada mudança, seja uma melhoria no sistema de produção, dos itens de segurança, do surgimento dos carros elétricos, as inovações são feitas uma atrás da outra.

E, conforme a tecnologia avança, mais rápidas essas inovações viram parte de nosso cotidiano.

Você percebeu que todas as modificações feitas no modelo original de carro são consideradas inovações? Mesmo as menores?

O cinto de segurança foi uma delas.

Criado pelos próprios donos de veículos, que usavam cordas improvisadas para segurar o motorista ao banco e evitar acidentes.

O que não funcionava muito bem.

Foi apenas em 1959, que o primeiro carro saiu já da fábrica com cinto de segurança. Para atender uma necessidade já existente.

Assim, temos um item que hojeé responsável por reduzir em 45% o número de mortes no trânsito só no Brasil, de acordo com dados da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet).

Uma melhoria que salva muitas vidas, ou seja, possui um valor inestimável, mas que não causou necessariamente uma disrupção.

Inovação não é invenção. Você não precisa reinventar a roda ou criar uma nova internet para ser inovador.

Seja em sua vida, no seu emprego ou no seu negócio, a criatividade e inovação podem estar presentes em pequenas atitudes, como:

  • Criação de novos produtos;
  • Oferecimento de serviços diferenciados;
  • Inovação em processos;
  • Novos modelos de negócios;
  • Criação de novos valores;
  • Novas formas de trabalho;
  • Novos usos de ferramentas já existentes;
  • E até surgimento de novos mercados (como nichos e sub-nichos).

Várias são as maneiras de implementar a criatividade e a inovação.

Automaticamente quando pensamos em criação, fazemos a associação com atividades artísticas, como pintar, desenhar, escrever, fazer músicas, fotos e por aí vai.

Realmente, estes são campos que não existem sem a criatividade.

Mas quem disse que mercados tradicionais também não usam os princípios da inovação e criatividade? Sem ideias criativas , seja em qual área for, fica impossível ganhar dinheiro.

Exemplos de criatividade e inovação em mercados pouco criativos

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Você diria que uma solução inovadora poderia vir de um dos mais tradicionais tipos de instituição?

Bancos não possuem a fama de serem as empresas mais inovadoras do mundo, especialmente no quesito “atendimento ao cliente”.

Aposto que, pelo menos uma vez na sua vida, você já passou por alguma situação de “teste de controle de nervos” em uma agência bancária.

Seja por causa de um gerente desinteressado em ajudar, filas enormes ou mil burocracias.

Atentos a essa falha de prestação de serviços bancários, o Nubank entrou no mercado financeiro e inovou não só no fato de não ter agências físicas mas principalmente no atendimento oferecido ao cliente.

Um tratamento mais personalizado e principalmente humano que envolve cartas escritas a mão, envio de presentes e mimos e linguagem extremamente pessoal.

Tudo que não estava sendo feito por outros grandes Bancos.

Outro exemplo, também de um setor usualmente pouco inovador, é o Conta Azul. Que consiste em um aplicativo para gerenciar toda a parte financeira da empresa de modo 100% online.

Ao oferecer um serviço totalmente online, a preços acessíveis, para micro e pequenas empresas que sofriam com a falta de organização financeira, a Conta Azul encontrou o ponto chave entre a criatividade e inovação.

Tanto que, aqui na Viver de Blog, usamos essa ferramenta para manter nosso fluxo de caixa em dia, assim como traçar cenários de despesas e receitas.

Criatividade e inovação como fator de diferenciação

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Todas as empresas de sucesso apostam na criatividade e inovação constantes para manter sua posição de destaque em seus respectivos mercados.

A lista da Forbes com as 25 empresas mais inovadoras de 2016, incluiu nomes como: – Marriot Internacional (rede de hotéis); – Netflix; – Amazon; – Vertex (indústria farmacêutica); – Unilever; – Under Armour; – Tesla Motors

O que essas empresas possuem em comum?

Além de extremamente lucrativas, as empresas que são conhecidas por sua criatividade e inovação incentivam a produção e implementação de novas ideias por todos os seus colaboradores.

E não somente por um departamento específico. Inclusive, também metrificam seus investimentos em inovação e aceitam que correr riscos e muitas também falhar faz parte natural do processo e mudanças.

Seja você funcionário de uma multinacional, um empreendedor digital ou vendedor de milho na praia, a inovação constante terá que fazer parte do seu dia a dia.

Especialmente em tempos de recessão econômica, onde o recurso financeiro dos potenciais clientes é mais escasso, e portanto, muito mais disputado.

Ganha quem sabe se diferenciar. Quem cria uma solução que ainda não está sendo oferecida a um problema latente.

Como já disse, você não precisa redescobrir o fogo ou ter uma ideia mirabolante.

Basta você identificar uma brecha no seu mercado para fazer o velho se tornar novo do ponto de vista do seu cliente.

E, obviamente colocar toda sua energia para fazer acontecer. Afinal não é só você que tem boas ideias na cabeça.

Com o avanço da tecnologia, mais e mais pessoas estão expostas e novos estímulos e informações que talvez não fossem possíveis.

E quanto mais referência e informação, mais você consegue ligar pontos e formar novas ideias.

O problema é que você não é o(a) único(a) que está fazendo isso. Todo mundo a seu redor está surfando a mesma onda.

No final das contas, ganha aquele que consegue, com maior rapidez, implementar e assim se tornar o dono(a) oficial da ideia.

Outro erro bastante comum: acreditar que inovar uma vez só basta para sobreviver e se destacar no mercado.

A tecnologia nos possibilitou fazer coisas impensáveis e e por isso os ciclos de inovação estão cada vez mais curtos. O que faz sentido hoje, por não significar nada em questão de um mês.

Portanto, quem fica parado no tempo e continua apostando em inovações que funcionaram no passado, eventualmente irá sumir do mapa.

Quando a falta de criatividade e inovação destrói um negócio

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Quem lembra das famosas máquinas fotográficas Polaroid?

Quando apareceram no mercado, representaram um verdadeira revolução.

Em uma época onde você precisava esperar alguns dias para finalmente ter acesso às imagens de alguma ocasião especial, a Polaroid virou a sensação do momento, já que sua foto era revelada instantaneamente.

Uma sensação que passou a não fazer mais sentido nenhum com a entrada das câmeras digitais no mercado.

Outro caso clássico de empresa que ficou para trás porque não acompanhou as inovações do mercado é o da Kodak.

A fabricante de filmes e câmeras analógicas, ao contrário do que muitos pensam, não foi engolida por uma mudança repentina da preferência dos consumidores por câmeras digitais.

Na verdade, ao longo de pelo menos 10 anos, enquanto as máquinas digitais passavam a aparecer no mercado da fotografia, a Kodak poderia ter dominado porque já estava investindo em pesquisa a desenvolvimento de produtos digitais.

Assim como a Polaroid, que chegou a desenvolver uma das melhores máquinas digitais da época.

Se as duas já dominavam a tecnologia, como responderam de forma tão atrasada a uma inovação iminente?

Pelo medo de falhar!

A preocupação em ver sua margem de lucro reduzida.

Após anos de investimento em inovação em uma tecnologia cara, tanto a Kodak quanto a Polaroid, perceberam que iriam acabar com um de seus braços mais rentáveis: a venda e revelação de filmes fotográficos.

Essa resistência fez com que a comercialização de suas câmeras digitais não fosse encorajada e quando decidiram entrar de verdade na briga por espaço, o mercado já estava dominado por outras marcas.

Ambas resistiram à mudança por medo de inovar seu modelo de negócios e não no desenvolvimento de uma nova tecnologia.

E assim não conseguiram sobreviver.

Não basta ter a ideia e desenvolvê-la para inovar. É preciso ter coragem de arriscar também.

O maior destruidor da criatividade e inovação

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A Kodak e a Polaroid são perfeitos exemplos da motivação por trás da falta de criatividade e inovação de algumas empresas.

O medo de fracassar.

Muitas vezes, o medo é manisfestado por uma resistência a fazer investimentos financeiros.

Seja para desenvolver um protótipo de um novo produto, seja para investir em um curso de atualização ou para injetar dinheiro no negócio.

Mesmo que você seja um pequeno empreendedor digital e acredite que somente as grandes empresas precisam tomar este tipo de cuidado, deixo um alerta: esta atitude pode ser fatal para a sua vida profissional.

Para quem tem medo de fracassar, seja o CEO de uma Startup ou o produtor de conteúdos de seu próprio site, recomendo que você conheça um pouco mais sobre Growth Hacking.

Ou nas palavras de do criador do termo, Sean Ellis, o Marketing orientado para experimentos.

Que tal testar antes de investir em inovações?

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Expliquei um pouco mais sobre o conceito de Growth Hacking neste artigo aqui.

É a combinação perfeita entre a criatividade e inovação, já que busca meios alternativos de atingir objetivos e encontrar soluções sem comprometer tanto os recursos financeiros.

Algo que principalmente os empreendedores iniciantes não tem à disposição.

Um experimento de Growth Hacking segue 5 etapas bem definidas:

  1. Brainstorming (geração de ideias);
  2. Estabelecimento de prioridades;
  3. Condução e documentação de experimentos;
  4. Implementação de testes;
  5. Análise de dados e aprendizado.

O Minimum Viable Product (MVP)ou Produto Mínimo Viável é a versão de teste de um produto. Que pode ser lançada usando uma quantidade mínima de investimentos, seja de estudo, desenvolvimento ou financeiro.

Em um experimento de Growth Hacking, é realizdo o Minimum Viable Test (MVT) ou Teste Mínimo Viável para testar uma hipótese. Conceito esse inspirado no MVP.

Caso a hipótese testada seja bem sucedida, o teste de produto ou MVP é realizado.

Grandes empresas como o Dropbox e o Facebook usaram testes de produto mínimo viável antes de dominarem seus mercados.

O produto, apesar de não ser a versão final, pois é desenvolvido com menos recursos, deve atender às necessidades dos clientes-alvo.

Um exemplo prático da aplicação do MVP, seria um restaurante que deseja automatizar o pedido dos clientes através do uso tablets em suas mesas.

Ao invés de implementar a inovação para todas as mesas, começa com apenas 3. O intuito é testar a reação dos clientes, o funcionamento da operação e o nível da qualidade do serviço e implementar ou não as mudanças com base no teste.

Portanto, inove sempre, seja na sua carreira, seja no seu negócio digital, site ou blog.

Esta é a grande lição ensinada pelas gigantes do mercado que não param de crescer.

Criatividade e inovação em negócios de sucesso

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Café não é lá um produto revolucionário. Ao contrário, é considerado uma commoditie. Especialmente quando se encontra em seu estado bruto.

Mas não para o Starbucks.

A história da rede de cafeterias começou em 1971, quando 3 amigos apaixonados por café decidiram abrir uma pequena loja em Seattle.

Na época, café era apenas um acompanhamento servido na primeira refeição da manhã em lanchonetes. Puro, preto e eventualmente acompanhado de leite e creme. E só!

Howard Schultz, atual CEO da Starbucks, enxergou uma oportunidade de negócio em 1981, quando conheceu o negócio e os 3 fundadores da empresa.

Um ano depois, ao voltar de uma viagem pela Itália, propôs a ideia de transformar o Starbucks em um espécie de “bar de café”, que serviria bebidas não tão tradicionais a base de café e faria dos estabelecimentos um ponto de encontro entre as pessoas.

Ideia essa prontamente rejeitada pelos sócios.

Schultz então decidiu sair da Starbucks e abrir sua própria cafeteria.

Usando o conceito de bar/café, que havia conhecido na Itália, 6 anos depois conseguiu financiamento suficiente para finalmente comprar a Starbucks.

O conceito que conhecemos hoje nasceu de uma ideia inovadora. Mas não parou por aí.

A empresa já mostrou que para sobreviver em um mercado em crise, o DNA de inovação faz toda a diferença.

Durante a recessão americana de 2007 a 2009, os consumidores começaram a achar que estavam pagando caro demais em um café de qualidade mediana.

Além disso, passaram a enxergar a gigante do café como uma super vilã que estava roubando o sustento de pequenas lojas que também comercializavam o produto.

Uma verdadeira crise de imagem e um golpe duro nas finanças da empresa.

Prontamente resolvido com investimentos em criatividade e inovação.

Ações que incluíram o fechamento de muitas lojas, treinamento de todos os baristas e o início de sua presença nas redes sociais para se aproximar dos clientes.

Do offline para o online: inovação na era digital

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Não só a marca passou a ter sua presença nas redes sociais, como em maio de 2015 fez uma parceria com o app Spotify, dando a seus clientes acesso às músicas tocadas em suas lojas.

Além disso, seu aplicativo para smartphones permite que os usuários americanos tenham acesso aos principais artigos do The New York Times de graça.

No entanto, a maior inovação recente do Starbucks foi a funcionalidade de pedido e pagamento antecipado pelo aplicativo. E até mesmo de delivery nas lojas dos Estados Unidos.

O cliente escolhe seu café antes mesmo de chegar à loja. E faz o pagamento pelo próprio aplicativo.

O DNA de criatividade e inovação da Starbucks não está no fato de propor novas ideias e implementá-las.

Mas sim de saber que a inovação vem acompanhada de riscos e que falhar pode fazer parte do processo.

No entanto, saber aprender com os erros, ter paciência e principalmente agir no timming correto, fez da marca um case de sucesso global.

Que não para de inovar em nenhum aspecto.

Criatividade e inovação no estilo de vida

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A criatividade e a inovação não estão presentes somente em novos produtos, serviços ou modelos de negócios.

Mas também podem, e devem, estar presentes nas relações de trabalho e no estilo de vida.

A cada mudança de geração, alterações nos hábitos de consumo, de interação com o meio ambiente e de propósito de vida acabam sendo inevitáveis.

No geral, as empresas e os empreendedores ficam atentos às mudanças do mercado consumidor. Pois podem afetar suas vendas e, consequentemente, seu lucro.

Porém, algumas dessas companhias parecem ter parado no tempo quando falamos de gestão de pessoas e qualidade de vida no trabalho.

Talvez por acreditar que a criatividade e a inovação não são necessárias quando se trata do “público interno”.

O que explica a grande insatisfação crescente e a falta de motivação que muitos funcionários, que trabalham no modelo tradicional, experimentam.

Novas formas de trabalho

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Principalmente quem mora em grandes cidades e precisa enfrentar o trânsito caótico, o transporte público lotado ou a violência diariamente, sabe o quanto pode ser desgastante se deslocar até o local de trabalho.

Não sei se esse é o seu caso. Mas muitas vezes, a correria é tão grande que não sobra tempo nem para praticar uma atividade física ou passar um tempo com com quem você ama.

Por esses e outros motivos que, trabalhar de casa ou de qualquer lugar do mundo, está se tornando o desejo de cada vez mais pessoas.

Tanto que dois dos artigos mais populares do Viver de Blog são os que falam sobre ganhar dinheiro online.

Se você quiser conferir as dicas:

Um recente movimento começou a surgir especialmente entre os mais jovens. O chamado “Nomadismo Digital”.

Não só um modelo de trabalho, mas também de estilo de vida.

O nômade digital é aquele profissional que precisa somente de um computador e de uma conexão com a internet para fazer seu trabalho.

E isso enquanto viaja o mundo!

Outros não possuem a ambição de morar em vários lugares do mundo. Apenas desejam a flexibilidade de horários e de local de trabalho.

Mas a verdade é que, o modelo tradicional de trabalho, das 8h às 18h, dentro de um escritório, já não faz mais sentido para muita gente.

No entanto, somente 34% da população mundial faz algum tipo de trabalho remoto, de acordo com a pesquisa da Customer Contact Strategies..

Talvez por acreditar que ser esse é o privilégio de alguns poucos sortudos de família rica, ou por medo (ele de novo) de arriscar se aventurar em um modelo diferente de trabalho, muitos nem consideram a possibilidade.

E também porque esse estilo de vida exige muita persistência e paciência.

Afinal, o sucesso não vem da noite para o dia. E muitas pessoas simplesmente não conseguem esperar o tempo necessário ou sequer estão dispostas a se esforçar de verdade.

Isso sem falar que, para se manter bem-sucedido(a) neste mercado criatividade e inovação são apenas requisitos básicos.

Porém, eu sou prova de que este novo modelo de trabalho é possível. Já que esta é minha realidade há mais de 7 anos. Além de ser a de muitos amigos que também são empreendedores digitais.

Sem falar todos os membros da equipe do Viver de Blog que também trabalham de forma 100% remota.

Gestão de Equipes virtuais

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Nos últimos 2 anos, o Viver de Blog passou de um blog feito por uma pessoa só, para uma equipe de 4 a 6 colaboradores. E finalmente para a fase em que nos encontramos hoje, com 18 pessoas fazendo acontecer.

Sem falar nos outros profissionais que prestam consultoria financeira, jurídica e tecnológica para a empresa.

No ano de 2016, decidi investir forte e apostar no potencial inovador da gestão de uma equipe completamente virtual.

Um desafio com poucos precedentes aqui no Brasil.

Ao optar por este modelo de negócio inovador, eu pude contratar pessoas brilhantes e competentes em sua habilidades únicas, sem que o fator geográfico fosse um problema.

E para que toda a comunicação necessária entre os membros funcione de forma adequada, usamos algumas ferramentas de gestão:

  • Slack: é um aplicativo de mensagens para times.E entrega o melhor ambiente para discussão de ideias separadas por todos os canais da empresa, desde analytics até webdesign.
  • Google Drive:usamos essa ferramenta separando cada canal da empresa em pastas, colocando os arquivos (textos, planilhas, apresentações, entre outros) de forma organizada e fácil de encontrar.
  • Google Apps:usamos essa ferramenta basicamente para personalizarmos todos os emails do nosso time.
  • Zoom:usamos essa ferramenta para fazer calls (chamadas) com toda a equipe ou parte da equipe.
  • 1Password for teams: é um aplicativo para gerenciar senhas e logins para times através de uma única senha mestre.

Parte fundamental da eficiente gestão virtual que adotamos é ter colaboradores alinhados com a Cultura da Viver de Blog, além de claro, saber como liderar uma equipe, seja ela virtual ou não.

Cultura da Viver de Blog

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Conheça um pouco mais da nossa cultura para entender porque conseguimos alinhar todo o potencial humano com os valores da empresa.

O foco da cultura está em alcançar a excelência e incentivar pessoas a descobrirem e liberarem todo o seu potencial.

Além disso:

  1. Integridade e Comprometimento: “Integridade é estar fazendo a coisa certa, mesmo quando ninguém está olhando”. – C.S. Lewis
  2. Crescimento: “Se você não está crescendo, você está morrendo”. – Anthony Robbins
  3. Liberdade e Autonomia: “Liberdade não é fazer o que se quer, mas querer o que se faz.” – Satre
  4. Responsabilidade e Poder: “Não vamos tentar consertar a culpa do passado.Vamos aceitar nossa responsabilidade pelo futuro”. – John F. Kennedy
  5. Organização e Documentação: “Com organização e tempo, acha-se o segredo de fazer tudo e bem feito”. – Pitágoras
  6. Comunicação produtiva: “O maior problema da comunicação é a ilusão de que ela foi alcançada”. – George Bernard Shaw
  7. Excelência e Alta Performance: “Nunca pare. Nunca se conforme até que o bom seja melhor e o melhor seja excelente”.

Conclusão: não limite o alcance da sua criatividade e inovação

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Não limite seu potencial com crenças limitantes.

Espero ter mostrado a você neste artigo que a criatividade e inovação podem estar presentes em vários lugares.

Seja na produção de conteúdos memoráveis, seja em um modelo de gestão não convencional ou até em um estilo de vida fora do comum.

O essencial é manter a mente aberta a novas possibilidades e entender que o medo de falhar faz parte do processo.

Mas que não pode ser um limitador de seus sonhos.

Além disso, a inovação faz parte do ciclo da vida. E como tal sempre se renova e evolui. Um processo que nunca termina.

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Sobre o autor

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