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[Infográfico] 80 Erros Gramaticais que fazem você parecer um idiota

Ninguém está livre de cometer erros gramaticais, principalmente mesmo com a correção automática dos smartphones.

Mas você sabe quais são os erros de português mais graves e que, mesmo assim, muita gente comete?

O Viver de Blog tem como objetivo mostrar as melhores alternativas para que você conquiste sua liberdade profissional e independência financeira por meio do marketing digital.

Sendo assim, buscamos munir você com as ferramentas mais apropriadas para alcançar o sucesso que tanto almeja. Uma delas é, sem dúvida, a escrita.

No artigo Como Escrever Um Artigo Perfeito, percebemos que a parte sobre ortografia chamou muita atenção das pessoas. Não era para menos, afinal, estava escrito propositalmente errado: Hortografia, assim como outras palavras.

Isso era para mostrar como um erro de português pode desconectar seu leitor do texto e arruinar sua autoridade diante dele.

Sim, um simples erro de português (às vezes nem tão simples assim) pode comprometer seriamente a competência que você deseja transmitir, abalando a confiança com seu público.

Pensando nisso, elaboramos um super infográfico com os 80 erros gramaticais mais comuns e como você pode evitá-los com simples, mas poderosíssimas dicas e explicações.

Nele, entre muitas outras coisas, você finalmente vai aprender:

  • Como e quando usar os quatro porques da Língua Portuguesa (por que, porque, porquê, por quê);
  • Os vícios de linguagem que estamos tão acostumados a falar e ouvir que muitas vezes nem percebemos que estão errados. (exemplo: repetir de novo, multidão de pessoas);
  • A diferença entre mau e mal, onde e aonde, há e a e tantas outras palavras parecidas do português.

Ficou curioso? Então veja o infográfico logo abaixo.

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erros-gramaticais

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Fatos e Estatísticas para Tweetar:

  1. (tweet) Encontre o erro: “Ela ficou meia chateada depois da conversa”.
  2. (tweet) Encontre o erro: “Hoje fiquei menas cansada que ontem”.
  3. (tweet) Encontre o erro: “Ele está muito afim da minha prima”.
  4. (tweet) Encontre o erro: “Esse tipo de música não tem nada haver comigo”.
  5. (tweet) Encontre o erro: “O resultado do jogo, não o abateu”.
  6. (tweet) Encontre o erro: “Não sei aonde fica o prédio da reitoria”.
  7. (tweet) Encontre o erro: “Entregarei o relatório ao meio-dia e meio“.
  8. (tweet) Encontre o erro: “Vamos vender à prazo“.
  9. (tweet) Encontre o erro: “Atuo no setor de vendas a 10 anos”.
  10. (tweet) Encontre o erro: “Ele não se adequa ao meu modo de vida”.

Você gostou desse Infográfico sobre erros gramaticais?

Esse infográfico foi sem dúvida o maior e mais trabalhoso do Viver de Blog, mas certamente é o mais útil também, já que escrever bem é imprescindível para ser levado a sério, especialmente nos negócios, seja marketing digital ou qualquer outro.

Espero que você tenha gostado das informações dele. Sabemos que a linguagem do dia a dia nos garante muito mais liberdade para falar sem tanta formalidade.

E, tirando erros mais graves, o mais importante é ser compreendido por quem nos lê e escuta. Ou seja, ser formal demais também pode ser um erro.

Sendo assim, procure conhecer bem seu público-alvo para escolher a linguagem mais apropriada.

Se você gostou desse artigo e infográfico, por favor compartilhe com seus amigos.

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Infográfico: 80 Erros Gramaticais Que Fazem Você Parecer um Idiota

erros-gramaticais

Esse infográfico tem como objetivo mostrar os principais erros de português que podem arruinar a sua reputação.

Fique ligado nesses erros de ortografia para você saber como escrever melhor.

Correção Gramatical: TOP 10 – Os principais responsáveis pelas desilusões ortográfico-amorosas

duvidas de portugues

A Língua Portuguesa é complexa, isso é inegável. São muitas regras (e exceções) para decorar, muitos tempos verbais para conjugar e assim por diante.

Mas alguns erros são gravíssimos e assustam por demonstrarem total desconhecimento do idioma (algo que usamos “apenas” todos os dias).

Selecionamos o Top 10 de erros gramaticais mais comuns. Eles estão nas redes sociais e, pasmem, em ambientes corporativos e acadêmicos também.

Confira cada um e preste atenção para não prejudicar sua reputação cometendo esses deslizes, seja na vida pessoal ou profissional.

Afinal, a qualidade do texto diz muito sobre a cultura geral de uma pessoa.

1. Mais ou Mas

Mais ou mas é uma dúvida bem comum e que muitas pessoas insistem em errar na hora de escrever certo.

Errado: Quero acordar cedo, mais durmo tarde todos os dias.

Correto: Quero acordar cedo, mas durmo tarde todos os dias.

Explicação: Mas, sem i, é uma palavra usada principalmente como conjunção adversativa e possui o mesmo valor que porém, contudo e todavia. Transmite uma ideia de oposição ou limitação, como no exemplo acima.

Mais, com i, é uma palavra usada principalmente como advérbio de intensidade, transmitindo uma noção de quantidade ou intensidade maiores, ou como conjunção aditiva, transmitindo uma noção de adição e acréscimo. Tem sentido oposto a menos.

Exemplos: Aquele vinho é o mais caro do mercado./ Cinco mais três são oito.

2. Porques

Porque ou Por que

Porque ou por que. Junto ou separado? Veja a resposta correta abaixo.

Errado: Não a encontrei ontem por que fui malhar em horário diferente.

Correto: Não a encontrei ontem porque fui malhar em horário diferente.

Explicação: Porque, junto e sem acento, é uma conjunção e serve para ligar duas ideias, duas orações. É usado quando a segunda parte apresenta uma explicação ou causa em relação à primeira.

Já a forma por que, separado e sem acento, é um advérbio interrogativo de causa e é usada quando pedimos por uma causa ou motivo, não necessariamente em uma frase que termine com ponto de interrogação.

Dica: Se tiver dúvida, substitua o por que da frase por “para que”, “pelo qual”, “pela qual”, “pelos quais”, “pelas quais” ou inclua a palavra “razão” logo depois.

Exemplo: Este é o caminho por que (pelo qual) passamos. / Não sei por que (razão) ele desistiu de tudo.

Porquê ou Por quê

Porque ou por que. E agora com o acento? É junto ou separado? Veja a resposta correta abaixo.

Errado: Ela se demitiu, não sei porquê.

Correto: Ela se demitiu, não sei por quê. / Ela se demitiu, não sei o porquê.

Explicação: Porquê, junto e com acento, substitui as palavras razão, causa ou motivo. É um substantivo e, como tal, tem plural e pode vir acompanhado por artigos, pronomes e adjetivos. A palavra geralmente é antecedida de artigo “o” ou “um”.

Use a expressão por quê, separado e com acento, quando ela estiver no fim da frase, seja pergunta ou não.

Exemplos: Não aprovaram a proposta e não sabemos por quê./ Não temos o resultado da concorrência. Por quê?

3. Agente ou A gente

Agente ou a gente? O serviço secreto não é o mesmo que nós. 🙂

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Errado: Agente vai almoçar no restaurante da esquina hoje.

Correto: A gente vai almoçar no restaurante da esquina hoje.

Explicação: A gente é uma locução que equivale à palavra nós e deve ser conjugada na terceira pessoa do singular, como na frase acima.

Agente é um substantivo comum e se refere à profissão de alguém. É aquele que age, que exerce alguma ação.

Exemplo: James Bond é o agente secreto fictício do serviço de espionagem britânico. /Concurso oferece vagas para agente da polícia federal.

4. Voçê ou Você

Voçê ou você? A diferença é pequena, mas o erro é grande.

Errado: Voçê foi ótimo hoje!

Correto: Você foi ótimo hoje!

Explicação: O uso da cedilha pode causar confusão por ser foneticamente igual ao C, porém, existe uma regra primordial que pode amenizar essa confusão: não se usa cedilha antes das vogais I e E.

5. Para mim ou Para eu

Para mim ou para eu? Veja quando usar o “mim”, o famoso pronome pessoal oblíquo tônico.

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Errado: Veja se tem algum erro para mim corrigir.

Correto: Veja se tem algum erro para eu corrigir.

Explicação: Eu é um pronome pessoal reto, devendo ser utilizado quando assume a função de sujeito. Assim, para eu deve ser usado sempre que se referir ao sujeito da frase e for seguido de um verbo no infinitivo que indique uma ação.

Mim é um pronome pessoal oblíquo tônico, sendo utilizado quando assume a função de objeto indireto, devendo estar sempre precedido por uma preposição. Dessa forma, para mim deve ser usado quando for complemento de um verbo transitivo indireto.

Exemplo: Você trouxe a roupa para mim? / Pensei que esse embrulho tivesse chegado para mim.

6. Menos ou Menas

Menos ou menas? Esse é um dos erros ortográficos e gramatical mais bizarro nessa lista.

Errado: Hoje fiquei menas cansada que ontem.

Correto: Hoje fiquei menos cansada que ontem.

Explicação: Menas é uma palavra que não existe na língua portuguesa. A única forma correta de escrita é menos, e em geral se opõe a mais.

Sempre que nos referirmos a algo ou alguém em menor número, menor quantidade, ou em uma posição inferior, devemos utilizar a palavra menos. É correto dizer: menos vezes, menos vestidos, menos cerveja, menos calorias, a menos.

7. Meio ou Meia

Meio ou meia? Cuidado para não perder suas meias nessa dúvida…

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Errado: Ela ficou meia chateada depois da conversa.

Correto: Ela ficou meio chateada depois da conversa.

Explicação: Meio pode ser advérbio de intensidade e numeral fracionário e é aí que surge a confusão. Como advérbio, tem sentido de “um pouco” e se apresenta vinculado a um adjetivo, não varia: meio cansada, meio distraído, meio metida, meio maluco.

Como numeral, virá vinculado a um substantivo e concorda com o gênero (feminino e masculino): meio litro, meia xícara, meio pote, meia hora.

8. A fim ou Afim

A fim ou afim? Veja a resposta correta abaixo.

Errado: Ele está muito afim da minha prima.

Correto: Ele está muito a fim da minha prima.

Explicação: As locuções a fim de e a fim de que exprimem ideia de finalidade e podem ser substituídas por para e para que, respectivamente.

Exemplos: Fez de tudo a fim de (para) nos convencer da sua inocência./ Os pais economizaram durante anos a fim de (para que) que o filho estudasse no exterior.

Ainda se usa a locução a fim de no sentido de “com a intenção de”, “com vontade de”.

Exemplo: Não estava a fim de conhecer pessoas naquele dia. (não tinha vontade de conhecer, não tinha intenção de conhecer)

Na linguagem informal, “estar a fim de alguém” é ter interesse afetivo pela pessoa, como no primeiro exemplo.

O adjetivo afim é empregado para indicar que uma coisa ou pessoa tem afinidade com a outra. Na maior parte das vezes, o adjetivo aparece no plural. Exemplo: Os dois tinham ideias afins (parecidas).

9. Nada a ver ou Nada haver

Nada a ver ou nada haver? Qual pode causar um erro gramatical?

Errado: Esse tipo de música não tem nada haver comigo.

Correto: Esse tipo de música não tem nada a ver comigo.

Explicação: O verbo haver está frequentemente associado a existir, por isso, é comum que algumas pessoas achem que uma coisa não coexiste com outra e utilizam nada haver.

Nada a ver é a forma correta de escrita desta expressão e é a forma negativa da expressão ter a ver. Sinônimos: não ter relação com, não corresponder, não dizer respeito a.

Obs.: Existe a expressão não ter nada a haver. Embora pouco usada, significa não ter nada a receber, nada a reaver, referindo-se ao ato de não ter quantias monetárias para serem recebidas.

Exemplo: Já não tenho nada a haver de meus clientes.

10. Senão ou Se não

Senão ou se não? Junto ou separado? Ambos podem estar corretos?

Errado: Senão estudar, não irá tirar boas notas.

Correto: Se não estudar, não irá tirar boas notas.

Explicação: Para dar a ideia de caso não estude, como no exemplo acima, o certo é utilizar a forma separada. Perceba que é possível encaixar um pronome reto (sujeito) entre o se e o não: Se ele não, não irá tirar boas notas. Faça o mesmo quando tiver dúvida.

Senão, em uma só palavra, tem vários significados: de outra forma, mais do que, do contrário, aliás, a não ser, menos, com exceção de, mas, mas sim, mas também, defeito, erro, de repente, subitamente.

Exemplos: Devemos estudar, senão (do contrário) não iremos passar de ano./ Não lhe resta alternativa senão (a não ser) procurar por um médico.

EXTRA: Separar sujeito e predicado!

Errado: O resultado do jogo, não o abateu.

Correto: O resultado do jogo não o abateu.

Explicação: O sujeito da frase – substantivo que pode ser substituído por um pronome pessoal reto (eu, tu, ele, nós…) – não pode ser separado do verbo por vírgula.

Exceção: Quando o sujeito é oracional, permite-se o uso de vírgula. Exemplo: Quem ama cuida./Quem sabe ensina.

 

Erros de Ortografia: Adjetivos e Advérbios – Pequenas Regras para Evitar Grandes Confusões

correção ortografica

Muitas pessoas têm dúvida em relação ao uso dos adjetivos e advérbios, já que ambas as classes gramaticais atribuem características às palavras com as quais estão relacionadas.

A dúvida é ainda mais acentuada em se tratando de advérbios de modo.

Mas existe uma diferença fundamental: o adjetivo flexiona, ou seja, pode variar em gênero, número e grau; enquanto o advérbio se apresenta como uma classe invariável.

Isso porque os adjetivos se relacionam com os substantivos, e os advérbios, com os verbos.

11. Mal ou Mau

Mal ou mau? Você sabe o termo que expressa o contrário (oposto) de ambos?

Errado: Ele estava de mal humor porque todos a volta estavam mau-humorados.

Correto: Ele estava de mau humor porque todos a volta estavam mal-humorados.

Explicação: Mal opõe-se a bem e mau, a bom. Assim, o contrário de bom humor é mau humor e de mal-humorado é bem-humorado.

Igualmente: mau cheiro, mal-intencionado, mau jeito, mal-estar.

12. Em anexo ou anexo

Em anexo ou anexo? Acabe com essa dúvida de português ao escrever aquele email importante para seu chefe.

Errado: Segue anexo a foto do evento.

Correto: Segue anexa a foto do evento. Segue em anexo a foto do evento.

Explicação: Anexo é adjetivo e deve concordar com o substantivo a que se refere, em gênero e número. A expressão em anexo é invariável.

Alguns estudiosos condenam o uso da expressão “em anexo”, sendo assim, dê preferência à forma sem preposição.

13. Onde ou Aonde

Onde ou Aonde? Veja a dica para saber quando usar cada um.

Errado: Não sei aonde fica o prédio da reitoria.

Correto: Não sei onde fica o prédio da reitoria.

Explicação: Ambos são advérbios usados para indicar lugar, porém a preposição a de aonde indica que essa palavra deve ser usada somente quando estiver relacionada a verbos que pedem tal preposição e a orações que sugerem movimento, como:

“Aonde você vai?” – pois quem vai sempre irá a algum lugar – e “Aonde ele pode me levar?”, já que quem leva tem de levar alguém ou algo a um lugar.

Onde é usado em situações nas quais a ideia de movimento não está presente.

Exemplo: “A cidade onde você mora é perigosa” e “Não conheço a cidade onde meu avô morreu”.

Dica: Para ter certeza de que empregou corretamente, substitua aonde por para onde: “Para onde você vai?”. Se não for possível fazer a troca, opte por onde.

14. Através de ou por meio de

Através de ou por meio de?

Errado: Fui comunicada através de um telefonema que o contrato foi cancelado.

Correto: Fui comunicada por meio de um telefonema que o contrato foi cancelado.

Explicação: Para alguns gramáticos, através se refere ao que atravessa. Prefira “por (meio)” ou “pelo”.

15. Desapercebidos ou despercebidos

Desapercebidos ou despercebidos?

Errado: Os erros passaram desapercebidos pelos revisores.

Correto: Os erros passaram despercebidos pelos revisores.

Explicação: Desapercebido significa desprovido de, desprevenido.

Exemplo: Aquela senhora me pegou desapercebida e eu não soube dar a informação que ela precisava.

Já despercebido significa não notado, não percebido, imperceptível.

Exemplo: O suspeito passou despercebido pela equipe de seguranças.

16. Bastante ou bastantes

Bastante ou bastantes? Acabe com sua dúvida abaixo.

Errado: Eles viram o filme bastante vezes.

Correto: Eles viram o filme bastantes vezes.

Explicação: Bastante parece invariável, mas há usos em que a flexão plural é obrigatória. Bastante vem do verbo bastar, por isso, o sentido original nos remete a algo como suficiente.

Outro uso é como sinônimo de muito. Ou seja, podemos definir as trocas: bastante = suficiente ou bastante = muito.

Sendo assim, para saber se bastante deve ser usado no plural ou singular, é preciso saber a classificação dele na frase.

Quando é adjetivo, deve variar. Exemplo: Já há provas bastantes para incriminá-lo (= provas suficientes).

Se for advérbio é invariável. Exemplo: Compraram coisas bastante bonitas (= muito bonitas).

Bastante ainda pode ser pronome indefinido e, nesse caso, é variável. Exemplo: Vimos bastantes coisas (= muitas coisas).

Por último, se for substantivo, não varia, mas pede artigo definido masculino: Os animais já comeram o bastante (= o suficiente).

17. Iminente ou Eminente

Iminente ou eminente? Saiba como escrever certo os dois termos.

Errado: O perigo de desabamento daquele prédio antigo é eminente.

Correto: O perigo de desabamento daquele prédio antigo é iminente.

Explicação: Eminente é um adjetivo que significa alto, grande, elevado, saliente, pessoa importante, notável.

Exemplos: Era um eminente orador. A montanha eminente surge na paisagem.

Dica: Associe com proeminente, aquilo que se destaca.
Já iminente, embora também seja um adjetivo, indica algo que está prestes a acontecer. Exemplo: Devido à doença, sua morte é iminente.

18. Meio-dia e meio ou meio-dia e meia

Meio-dia e meio ou meio-dia e meia?

erros de ortografia

Errado: Entregarei o relatório ao meio-dia e meio.

Correto: Entregarei o relatório ao meio-dia e meia.

Explicação: O termo meio pode ter duas funções: adjetivo e advérbio. Quando advérbio, meio quer dizer “um pouco” e é invariável.

Quando adjetivo, meio quer dizer “metade de” e é variável, ou seja, concorda com o termo a que se refere.

No caso do exemplo acima, refere-se à hora, por isso, uma hora e meia, duas horas e meia, meio-dia e meia.

19. Obrigado ou Obrigada

Obrigado ou obrigada? Masculino ou feminino?

Errado: “Obrigado”, disse a senhora.

Correto: “Obrigada”, disse a senhora.

Explicação: Como expressão de agradecimento, a regra de concordância nominal diz que o adjetivo obrigado(a) deve concordar com quem fala, ou seja, com o emissor.

Obrigado no masculino e obrigada no feminino.

20. Em cima ou Encima

Em cima ou Encima? Escrever errado essa pode te causar um constrangimento…

Errado: O pote estava encima da geladeira.

Correto: O pote estava em cima da geladeira.

Explicação: A palavra encima vem do verbo “encimar” (pois é, existe um verbo com esse nome) conjugado na 3ª pessoa do singular do indicativo ou na 2ª pessoa do singular do imperativo. Significa alçar, elevar, arrematar.

Exemplos: O boné encima a cabeça do rapaz. / O professor foi encimado presidente do grupo docente.

Em cima, escrito de forma separada, transmite a ideia de que algo está em um lugar mais alto de que outro, ou seja, numa posição mais elevada. O seu contrário vem a seguir.

21. Embaixo ou Em baixo

Embaixo ou em baixo? Junto ou separado?

Errado: A caixa estava em baixo da cama.

Correto: A caixa estava embaixo da cama.

Explicação: Devemos utilizar o advérbio embaixo sempre que quisermos transmitir uma ideia de posição de inferioridade: abaixo, debaixo, inferiormente.

A expressão em baixo, escrita de forma separada, existe, mas é usada apenas quando a palavra baixo assume a função de um adjetivo, caracterizando algo.

Exemplos: Aquela é a maior escultura do mundo em baixo relevo./ Ele pediu para falarmos em baixo tom de voz.

Dica: Para decorar a ortografia das palavras em cima e embaixo, use seus dedos! Sim, faça um “V” com eles e se lembre que “em cima” é separado, como seus dedos de cima estão, e “embaixo” é junto, como seus dedos de baixo estão.

 

Como Escrever Melhor: Crase – Descomplicando o que todos os professores de Português da sua vida complicaram

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Sabemos que usar corretamente a crase não é nada fácil. É preciso decorar e aprender regras e casos sobre quando devemos empregá-la ou não.

De qualquer forma, uma coisa é certa: na língua portuguesa, crase é o nome que se dá à junção de duas vogais idênticas, isto é, a união da preposição “a” com o artigo feminino “a(s)”, com o pronome demonstrativo “a(s)”, com o “a” inicial dos pronomes aquele(s), aquela(s), aquilo ou com o “a” do relativo a qual (as quais).

Sendo assim, é fundamental dominar a regência dos verbos e nomes que exigem a preposição “a”.

Aprender a usar a crase, portanto, consiste em saber verificar a ocorrência simultânea de uma preposição + artigo ou pronome.

Veja a seguir os casos mais passíveis de erro:

22. À prazo ou A prazo

À prazo ou a prazo?

Errado: Vamos vender à prazo.

Correto: Vamos vender a prazo.

Explicação: Nunca se usa crase antes de palavra masculina!

23. À vista ou a vista

Essa dúvida só não é mais grave do que avista ou a vista…

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Errado: O pagamento foi feito a vista.

Correto: O pagamento foi feito à vista.

Explicação: Ocorre crase nas expressões formadas por palavras femininas.

Exemplos: à noite, à tarde, à venda, às escondidas, às pressas.

24. A partir de ou à partir de

A partir de ou à partir de?

Errado: À partir de novembro, estarei de férias

Correto: A partir de novembro, estarei de férias.

Explicação: Não se usa crase antes de verbos.

25. A moda ou À moda

A moda ou à moda?

Errado: Serviram o bacalhau a moda da casa.

Correto: Serviram o bacalhau à moda da casa.

Explicação: Sempre ocorre crase nas expressões à moda de e à maneira de, mesmo que a parte da expressão (moda de) venha implícita.

Exemplo: Escreve à (moda de) Machado de Assis.

26. Pode ou não ocorrer crase:

1. Antes de nomes próprios femininos e antes de pronomes possessivos femininos a crase é facultativa porque esses termos aceitam ou não o artigo antes de si.

Exemplos:

Falei à Natália. (preposição + artigo)
Falei à sua classe. (preposição + artigo)

Falei a Natália. (preposição sem artigo)
Falei a sua classe. (preposição sem artigo)

2. Antes de nomes de cidades, lugares, países. Exemplo: Vou à academia./ Cheguei a Curitiba.

Um bom truque para saber se usa crase ou não é encaixar a palavra em questão na frase: “Vou a, volto da, crase há! Vou a, volto de, crase pra quê?” 🙂

Extra: Como verificar a existência de um artigo feminino “a(s)” ou de um pronome demonstrativo “a(s) ” após uma preposição “a”?

Dica 1: Coloque um termo masculino no lugar do termo feminino que se está em dúvida. Se surgir a forma ao, ocorrerá crase antes do termo feminino.

Exemplos:

Conheço o aluno. / Conheço a candidata.
Refiro-me ao candidato. / Refiro-me à aluna.

Dica 2: Troque o termo regente que acompanha a preposição a por outro acompanhado de uma preposição diferente (para, em, de, por, sob, sobre).

Se essas preposições não se contraírem com o artigo, ou seja, se não surgirem novas formas (na (s), da (s), pela (s),…), não haverá crase.

Exemplos:

Penso na menina. (em+a)
Apaixonei-me pela menina. (por+a)

Começou a brigar./ Cansou de brigar./ Insiste em brigar./ Foi punido por brigar./ Optou por brigar.

Atenção: Lembre-se sempre de que não basta provar a existência da preposição “a” ou do artigo “a”, é preciso provar que existem os dois.

 

Erros de Português: Verbos – “Há” ou “A” quanto tempo você tem dúvida sobre isso?

ortografia oficial

O uso correto dos verbos pode gerar muita confusão. Não só quanto à ortografia, mas especialmente em relação à conjugação e à regência.

Sobre a conjugação, sabemos que são muitos tempos verbais para memorizar, mas a principal dúvida, em geral, é em relação à pessoa.

Para sanar essa dúvida, é necessário prestar atenção ao sujeito da oração (a pessoa/objeto que comete a ação), pois o verbo sempre se flexionará de acordo com ele.

A respeito da regência, um verbo pode ser transitivo (direto, indireto e ambos ao mesmo tempo) e intransitivo.

Verbo transitivo é aquele que exige um complemento para fazer sentido. Se for transitivo direto, é porque não existe uma preposição que liga o verbo ao complemento.

Exemplo: Eu ouço música (quem ouve, ouve alguma coisa).

Caso seja transitivo indireto, há uma preposição (a, de, com, para…) entre o verbo e o complemento.

Exemplo: Aquelas crianças obedecem aos pais (quem obedece, obedece a alguém).

O verbo ainda pode ser transitivo direto e indireto, isto é, possui um objeto direto e um objeto indireto ao mesmo tempo.

Exemplo: A revista dedicou a matéria aos heróis da guerra. (nesse caso, quem dedica, dedica alguma coisa a alguém)

Verbo intransitivo é aquele que não precisa de um complemento para ter sentido. Exemplos: sair, morrer, nascer, dormir, acordar.

Esta é apenas uma sucinta explicação. Para saber a regência correta dos verbos, é preciso muita leitura (e boa memória).

Mas certamente existem erros mais graves ligados aos verbos. Veja a seguir os mais comuns.

27. Há ou A

Há ou a?

Errado: Atuo no setor de vendas a 10 anos.

Correto: Atuo no setor de vendas há 10 anos.

Explicação: Para indicar tempo passado usa-se o verbo haver. Na dúvida, substitua pelos verbos ter ou fazer.

Exemplo: Atuo no setor de vendas tem/faz 10 anos.

28. Curti ou Curtir (verbo no infinitivo)

Curti ou curtir? Evite erros ortográficos como esse.

erros ortográficos

Errado: Você vai curti muito minha nova página no Facebook.

Correto: Você vai curtir muito minha nova página no Facebook.

Explicação: Sempre que houver um verbo auxiliar de tempo, no caso, ir (vai), este deve ser seguido de um verbo no infinitivo: curtir.

29. Descriminar ou Discriminar

Descriminar ou Discriminar?

Errado: Não descrimine ninguém pela cor ou opção sexual.

Correto: Não discrimine ninguém pela cor ou opção sexual.

Explicação: Descriminar significa absolver, inocentar.

O prefixo “des” indica uma ação no sentido contrário, nesse caso, quer dizer tirar o crime.

Exemplo: Ele falou em descriminar o uso de algumas drogas.

Discriminar significa distinguir, separar, diferenciar, especificar. Isso pode ser feito com ou sem preconceito.

Há um sentido que não carrega tom negativo, quando significa especificar, separar por itens, mercadorias, informações.

Exemplo: Discriminei todos os produtos na nota fiscal.

30. Perca ou Perda

Perca ou Perda?

Errado: As percas do semestre serão compensadas no próximo.

Correto: As perdas do semestre serão compensadas no próximo.

Explicação: Perca é uma flexão do verbo perder. Aparece na 1ª e 3ª pessoa do singular do presente do subjuntivo e na 3ª pessoa do singular do imperativo.

Exemplos: Não perca essa oportunidade! (3ª pessoa do singular do imperativo)/ Espero que ela não perca mais tempo. (3ª pessoa do singular do presente do subjuntivo)

Perda é um substantivo que significa se privar (desapossar, excluir) de alguém ou de algo que se tinha.

É fácil saber porque sempre que for substantivo, pode ser acompanhado de artigo, pronome ou numeral antes de si.

Exemplos: Mariana está muito abalada, já é a terceira perda esse ano./ Nem sempre as perdas representam algo ruim.

31. Interviu ou Interveio

Interviu ou interveio?

Errado: O país interviu em várias guerras.

Correto: O país interveio em várias guerras.

Explicação: O verbo intervir deriva do verbo vir e a conjugação dos verbos compostos deve seguir a conjugação dos verbos simples.

O equívoco mais frequente é seguir a conjugação do verbo ver (como no exemplo acima).

Nas terceiras pessoas, vale a pena observar a acentuação: no verbo vir, um acento circunflexo distingue a forma “(eles) vêm” (plural) da homônima singular “(ele) vem”; no verbo intervir, o singular recebe acento agudo (intervém) e o plural recebe acento circunflexo (intervêm).

As duas formas são acentuadas porque ambas são oxítonas terminadas em “-em”.

32. Assistir o filme ou Assistir ao filme

Assistir o filme ou Assistir ao filme?

erro de ortografia

Errado: Ontem assistimos o novo filme da Angelina Jolie.

Correto: Ontem assistimos ao novo filme da Angelina Jolie.

Explicação: O verbo assistir admite as duas formas, mas para significações diferentes.

Assistir no sentido de ver pede a preposição a, já no sentido de ajudar, acompanhar ou assessorar é transitivo direto, isto é, não possui preposição.

Exemplo: Eu assisti uma senhora na fila do banco. (= dei assistência, ajudei)

33. Adequa ou adequada

Adequa ou adequada?

Errado: Ele não se adequa ao meu modo de vida.

Correto: Ele não é adequado ao meu modo de vida.

Explicação: Adequar é um verbo defectivo, ou seja, não se conjuga em todas as pessoas e tempos.

No presente do indicativo são conjugadas apenas primeira e a segunda pessoas do plural (nós adequamos, vós adequais).

34. Aluga-se ou Alugam-se

Aluga-se ou Alugam-se?

Errado: Aluga-se apartamentos

Correto: Alugam-se apartamentos

Explicação: O sujeito da oração (apartamentos) concorda com o verbo. Quando houver dúvida, coloque a oração na voz passiva: Apartamentos são alugados.

Observe que o verbo ser está no plural, logo, alugar também deve estar quando na voz ativa.

35. Aumentar ainda mais ou aumentar muito

Aumentar ainda mais ou aumentar muito?

escrever certo

Errado: Precisamos aumentar ainda mais os lucros.

Forma correta: Precisamos aumentar muito os lucros.

Explicação: Aumentar é sempre mais, não existe aumentar menos. Portanto, são formas redundantes: aumentar mais, aumentar muito mais e aumentar ainda mais.

36. Dispor ou dispuser

Dispor ou dispuser?

Errado: Se ela dispor de paciência, conseguirá terminar o trabalho.

Correto: Se ela dispuser de paciência, conseguirá terminar o trabalho.

Explicação: A conjugação do verbo dispor acompanha a do verbo por, assim como repor, compor, sobrepor e etc.

37. Falta ou faltam

Falta ou faltam?

Errado: Falta 15 dias para ele voltar de férias.

Correto: Faltam 15 dias para ele voltar de férias.

Explicação: O verbo deve concordar com o sujeito da frase. Uma boa dica para sanar essa dúvida é perguntar quem ou o que realiza a ação do verbo.

No caso, o que é que falta? 15 dias faltam, no plural.

38. Faz ou Fazem

Faz ou Fazem?

Errado: Fazem dois meses que não o vejo.

Correto: Faz dois meses que não o vejo.

Explicação: O verbo fazer quando sinaliza tempo transcorrido fica na 3ª pessoa do
singular.

39. Há 18 anos atrás ou Há 18 anos

Há 18 anos atrás ou Há 18 anos?

Errado: Há 18 anos atrás, eu entrei para o Corpo de Bombeiros.

Correto: Há 18 anos, eu entrei para o Corpo de Bombeiros.

Explicação: Usar “há” e “atrás” na mesma frase é redundante. O verbo haver, sempre que estiver relacionado a tempo que já passou, impede o uso da palavra atrás.

Sendo assim, existem duas formas corretas para a frase: “há dezoito anos” ou “dezoito anos atrás”.

40. Houve ou Houveram

Houve ou Houveram?

escrever errado

Errado: Houveram boatos de que eu estava na pior.

Correto: Houve boatos de que eu estava na pior.

Explicação: Haver no sentido de existir nunca é usado no plural!

41. Precisa-se ou Precisam-se

Precisa-se ou Precisam-se?

Errado: Precisam-se de vendedores com experiência.

Correto: Precisa-se de vendedores com experiência.

Explicação: Sempre que houver uma preposição depois do pronome se (de, por, para, com, em, etc.) não haverá plural, apenas singular.

Exemplo: Trata-se de ideias inovadoras.

42. Preveram ou Previram

Preveram ou Previram? Evite esse simples erro de ortografia.

erro ortográfico

Errado: Os gurus preveram o sucesso do marketing digital.

Correto: Os gurus previram o sucesso do marketing digital.

Explicação: A conjugação do verbo prever segue a do verbo ver. Logo, se o certo é dizer eles viram, também é certo dizer eles previram.

43. Ratificar ou Retificar

Ratificar ou Retificar?

Errado: Os fatos retificaram nossas previsões.

Correto: Os fatos ratificaram nossas previsões.

Explicação: Ratificar significa confirmar, reafirmar, validar, comprovar, autenticar.

Retificar se refere ao ato de corrigir, emendar ou alinhar alguma coisa. Uma dica é lembrar que o termo é derivado de “reto”, ou seja, tem o sentido de endireitar.

44. Vem ou Veem

Vem ou Veem?

escrever melhor

Errado: Eles vem problema em tudo.

Correto: Eles veem problema em tudo.

Explicação: Observe as conjugações no presente do verbo ver: ele vê (com acento), eles veem (sem acento, segundo o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa).

Exemplos: Ele vê a namorada todo dia./ Eles se veem com bastante frequência.

Não confunda com o verbo vir, que no presente é conjugado assim: ele vem, eles vêm (com acento).

Exemplos: Ele sempre vem aqui./Eles raramente vêm ao Rio de Janeiro.

45. Vir ou Vier

Vir ou Vier?

Errado: Se ela não vir amanhã, não precisa vir mais.

Correto: Se ela não vier amanhã, não precisa vir mais.

Explicação: No caso do verbo vir, temos as seguintes formas no futuro do subjuntivo: quando/se eu vier, ele vier, nós viermos, eles vierem.

Não confundir com o verbo ver: Se ele me vir aqui, vai ficar com muita raiva.

46. Tachar ou Taxar

Tachar ou Taxar?

Errado: Foi taxado de ladrão.

Correto: Foi tachado de ladrão.

Explicação: O verbo tachar se refere ao ato de por tacha ou defeito, ou ainda acusar alguém. Já o verbo taxar se refere ao ato de fixar um preço.

Exemplo: Governo quer taxar novos impostos sobre bens imobiliários.

47. Tem ou Têm

Tem ou Têm?

Errado: Eles tem que comparecer à reunião de pais e mestres.

Correto: Eles têm que comparecer à reunião de pais e mestres.

Explicação: Ambas são formas conjugadas do verbo ter no presente do indicativo, mas estão conjugadas em diferentes pessoas.

Tem está na 3ª pessoa do singular e têm está na 3ª pessoa do plural. As palavras teem e têem não existem, estão erradas.

48. Quis ou Quiz

Quis ou Quiz?

Errado: Eles sempre quiz esse emprego.

Correto: Eles sempre quis esse emprego.

Explicação: As duas palavras existem, no entanto, têm significados bem diferentes.

A conjugação correta do verbo querer no pretérito perfeito do indicativo é quis. Muitos escrevem com z por comparação com verbos como fazer (eu fiz) ou dizer (ele diz).

Quiz, com z, é um jogo ou competição em que se fazem perguntas para testar conhecimento geral.

Exemplo: Faça o quiz online o descubra o quão bom você é em matemática.

49. Um dos que chegou ou Um dos que chegaram

Um dos que chegou ou Um dos que chegaram?

Errado: Ele foi um dos que chegou antes.

Correto: Ele foi um dos que chegaram antes.

Explicação: “Um dos que” faz a concordância no plural, pois é um daqueles que chegaram. Para tirar a dúvida, pode-se inverter a frase: Dos que chegaram antes, ele foi um.

50. Esta ou Está

Esta ou Está?

Errado: Ele esta triste hoje.

Correto: Ele está triste hoje.

Explicação: Esta é um pronome demonstrativo feminino e é usado para indicar algo no espaço, posicionando um objeto em relação a alguém.

Sua sílaba tônica, isto é, a mais forte, é “es” e não há necessidade de acento gráfico, pois é paroxítona terminada em “a”.

Exemplo: Esta roupa ficou ótima em você.

Obs.: Esta x Essa – O “esta” é usado para objetos que estão próximos de quem fala, caso contrário, deve-se usar outros pronomes demonstrativos femininos, como essa ou aquela. O mesmo vale para isto e isso, este e esse e etc.

Está é a flexão do verbo “estar” na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo (ela está…) ou na 2ª pessoa do imperativo afirmativo (está tu).

A sílaba tônica é “ta” e, portanto, é uma palavra oxítona terminada em “a”, o que justifica o acento gráfico.

51. Aja ou Haja

Aja ou Haja?

Errado: Espero que aja compreensão da parte deles.

Correto: Espero que haja compreensão da parte deles.

Explicação: As duas formas existem na língua portuguesa, mas aja é uma forma verbal do verbo agir e haja é uma forma verbal do verbo haver, por isso o h.

Escrever Certo: Expressões – O Erro mais Banal de Toda Pizzaria que entrega “a” domicílio…

corrigir ortografia

Alguns enganos se tornam tão corriqueiros que muitas vezes somos induzidos ao erro pelo senso comum.

Mas não se esqueça: o certo é o certo mesmo que (quase) ninguém faça. E isso vale para a língua portuguesa.

Então preste atenção nas dicas a seguir e não se deixa enganar por letreiros de pizzarias e afins.

52. A cores ou Em cores

A cores ou Em cores?

Errado: O material da reunião será a cores.

Correto: O material da reunião será em cores.

Explicação: Se o correto é em preto em branco, é também correto dizer material em cores.

53. A domicílio ou Em domicílio

A domicílio ou Em domicílio?

erros de português

Errado: A pizzaria entrega a domicílio.

Correto: A pizzaria entrega em domicílio.

Explicação: No caso de entrega, usa-se a forma em domicílio. A forma a domicílio é
usada para verbos de movimento.

Exemplo: Foram levá-lo a domicílio.

54. A longo prazo ou Em longo prazo

A longo prazo ou Em longo prazo?

Errado: Para alcançar grandes resultados, é preciso pensar a longo prazo.

Correto: Para alcançar grandes resultados, é preciso pensar em longo prazo.

Explicação: Usa-se a preposição em nos seguintes casos: em longo prazo, em curto prazo e em médio prazo.

55. A nível de ou Em nível de

A nível de ou Em nível de?

Errado: A votação será realizada a nível nacional.

Correto: A votação será realizada em nível nacional.

Explicação: O uso de a nível de está correto quando a preposição “a” está associada ao artigo “o” e significa “à mesma altura”.

Exemplo: Aquele hotel está ao nível da nossa exigência. Mas vale ressaltar que a expressão em nível de só está correta quando equivale a “de âmbito” ou “com status de”, como no primeiro exemplo.

56. Daqui a pouco ou Daqui há pouco

Daqui a pouco ou Daqui há pouco?

Errado: O diretor chegará daqui há pouco.

Correto: O diretor chegará daqui a pouco.

Explicação: A pouco indica ação que ainda vai ocorrer, a ideia é de futuro próximo.

Já há pouco indica ação que já aconteceu, pode ser substituído por faz pouco tempo.

57. Correr atrás do prejuízo ou correr atrás do lucro

Correr atrás do prejuízo ou correr atrás do lucro?

dicas para escrever melhor

Errado: Precisamos correr atrás do prejuízo.

Correto: Precisamos correr atrás do lucro.

Explicação: Pode-se correr do prejuízo, mas não se deve correr atrás dele. A forma correr atrás do prejuízo não faz sentido.

58. De encontro ao ou Ao encontro do

De encontro ao ou Ao encontro do?

Errado: Seus ideais vêm de encontro ao que a empresa busca nesse momento.

Correto: Seus ideais vêm ao encontro do que a empresa busca nesse momento.

Explicação: De encontro a é estar em sentido contrário, em oposição a. Ao encontro de é estar de acordo, ideia de conformidade.

59. Em mãos ou Em mão

Em mãos ou Em mão?

Errado: Esta encomenda deve ser entregue em mãos.

Correto: Esta encomenda deve ser entregue em mão.

Explicação: Ninguém escreve a mãos, nem fica em pés. O correto é em mão, cuja abreviatura é E. M.

60. Ora ou hora

Ora ou hora?

Errado: Por hora, prefiro que a gente continue como está.

Correto: Por ora, prefiro que a gente continue como está.

Explicação: A expressão por hora, quando escrita com a letra “h”, refere-se ao tempo, a marcação em minutos.

Exemplo: Quando corria, chegava a dezoito quilômetros por hora. Já a expressão por ora, quando escrita sem o “h”, dá a ideia de no momento ou agora.

É um advérbio de tempo, expressa sentido de por enquanto, no momento, atualmente.

 

Escrever melhor: Pronomes – Oi, quero te apresentar três amigas: Próclise, Ênclise e Mesóclise

gramática

“Lhe” ou “o”? “Sinta-se” ou “se sinta”? Calma, você não é o único a ter este tipo de dúvida. Saber qual pronome utilizar e onde encaixá-lo em uma oração nem sempre é tarefa fácil.

Mais uma vez isso tem a ver com a regência do verbo, análise sintática dos termos, além de outras regrinhas que vamos explicar mais detalhadamente abaixo.

61. Entre eu e ele ou Entre mim e ele

Entre eu e ele ou Entre mim e ele?

Errado: Não há mentiras entre eu e ele.

Correto: Não há mentiras entre mim e ele.

Explicação: Os pronomes pessoais do caso reto exercem função de sujeito (ou predicativo do sujeito) e nunca de complemento.

62. Lhe ou o

Lhe ou o?

Errado: Nunca lhe vi antes.

Correto: Nunca o vi antes.

Explicação: Lhe substitui a ele, a eles, a você e a vocês e por isso não pode ser usado com objeto direto, isto é, aquele que não pede preposição.

No caso do exemplo acima, quem vê, vê alguém.

Por outro lado, se o verbo pedisse preposição, o certo seria usar “lhe”.

Exemplo: A decisão não lhe agradou. (quem agrada, agrada a alguém: a decisão não agradou a ele)

63. Comtigo ou Contigo

Comtigo ou Contigo?

correção gramatical

Errado: Ele veio com tigo hoje?

Correto: Ele veio contigo hoje?

Explicação: Nesse caso, não existe explicação. Os pronomes são: comigo, contigo, consigo, conosco e convosco. Sempre junto.

Lembrando que consigo é reflexivo, isto é, refere-se ao sujeito da oração.

Exemplo: Carlos tem costume de falar consigo mesmo. → mesmo/próprio não são obrigatórios, mas reforçam a ideia de ação reflexiva.

→ Colocação dos pronomes oblíquos átonos (me, te, se, o, a, lhe, nos, vos, os, as, lhes) em relação ao verbo.

64. Próclise (antes do verbo)

Errado: Não cale-se diante das injustiças.

Correto: Não se cale diante das injustiças.

Explicação: Palavras ou expressões negativas (não, nada, ninguém, de modo algum…) “puxam” o pronome para antes do verbo.

Mas existem outros casos nos quais a próclise é obrigatória:

-Com conjunções subordinativas: quando, se, porque, que, conforme, embora,
logo, que. Exemplos: Quando se trata de trabalho, ele é super responsável./
Fui convidando os amigos conforme me lembrava deles.
– Após advérbios. Porém, caso haja vírgula depois do advérbio, este deixa de atrair o pronome. Exemplos: Sempre me identifiquei com ele./Hoje, fala-se muito em marketing de conteúdo.
-Pronomes relativos, demonstrativos e indefinidos. Exemplos: Alguém me
ligou? (indefinido)/ A pessoa que se diz amiga tem que ajudar. (relativo)/ Isso
me enche de alegria. (demonstrativo)
-Em frases interrogativas. Exemplos: Como se chama sua prima?
-Em frases exclamativas ou optativas (que exprimem desejo). Exemplos: Deus
o abençoe!
-Com verbo no gerúndio antecedido de preposição “em”. Exemplo: Em se
tratando de saúde, ele é expert.
-Com formas verbais proparoxítonas. Exemplo: Nós o criticávamos.

Ou seja, são muitos casos! Sendo assim, sempre prefira usar a próclise para não correr o risco de errar.

65. Ênclise (depois do verbo)

Errado: Se faz necessária uma reavaliação do nosso posicionamento.

Correto: Faz-se necessária uma reavaliação do nosso posicionamento.

Explicação: Não se pode iniciar frase com pronomes oblíquos (isso na norma culta, já que na coloquial é amplamente usado). Outros casos em que se usa ênclise:
-Com verbos no infinitivo. Exemplo: Manter-se em forma é bom para autoestima.
-Com o verbo no imperativo afirmativo. Exemplo: Por favor, calem-se!
-Com o verbo no gerúndio. Exemplo: Acabou deixando-me sozinho.
-Com o verbo no infinitivo impessoal: Convém contar-lhe tudo.

66. Mesóclise (no meio do verbo)

Errado: Tornarei-me chefe-executivo dessa empresa.

Correto: Tornar-me-ei chefe-executivo dessa empresa.

Explicação: Quando os verbos estiverem no futuro do presente ou no futuro do pretérito, usa-se mesóclise.

Sua formação se faz assim: Verbo no infinitivo + pronome oblíquo + terminação do verbo = Tornar-me-ei (ou Eu me tornarei).

 

Dicas para escrever melhor: Substantivos – O Seu Aumento Substancial de Conhecimento

ortografia

As maiores dúvidas em relação aos substantivos geralmente dizem respeito à ortografia ou à significação. De fato, existem diversas palavras homônimas e parônimas em nossas língua.

Palavras homônimas ou homônimos são palavras que são pronunciadas da mesma forma, tendo significados diferentes.

Palavras parônimas ou parônimos são palavras que são escritas de forma parecida e são pronunciadas de forma parecida, mas apresentam significados diferentes.

A seguir, veja como simples associações podem sanar de vez as suas dúvidas e enriquecer seu vocabulário.

67. Cumprimento ou Comprimento

Cumprimento ou Comprimento?

Errado: Chegou e não comprimentou ninguém.

Correto: Chegou e não cumprimentou ninguém.

Explicação: Comprimento está relacionado ao tamanho, à extensão de algo ou alguém. Exemplo: Não sei o comprimento da janela.

Cumprimento relaciona-se a dois verbos diferentes: cumprimentar uma pessoa
(saudar), como no primeiro exemplo, e cumprir uma tarefa (realizar).

Exemplo: O cumprimento das metas estabelecidas é indispensável.

68. Descrição ou Discrição

Descrição ou Discrição?

Errado: Ele não tem a menor descrição.

Correto: Ele não tem a menor discrição.

Explicação: Discrição significa ser discreto. Descrição refere-se ao ato de descrever.

Exemplo: Ela fez a descrição do suspeito. (ela descreveu).

69. O óculos ou Os óculos

O óculos ou Os óculos?

como escrever melhor

Errado: O óculos quebrou depois que caiu no chão.

Correto: Os óculos quebraram depois que caíram no chão.

Explicação: A concordância da palavra óculos é feita no plural: os óculos, meus óculos. Da mesma forma: Meus parabéns, meus pêsames, seus ciúmes, nossas férias, felizes núpcias.

70. Sessão ou Seção

Sessão ou Seção?

Errado: Conseguimos comprar ingressos para a última seção do cinema.

Correto: Conseguimos comprar ingressos para a última sessão do cinema.

Explicação: Sessão significa espaço de tempo de uma reunião deliberativa, de um espetáculo de cinema, teatro, etc. A palavra deriva do latim “sessio” e significa “senta-se”.

Sendo assim, qualquer sessão que exija da pessoa que ela se sente é escrita com dois “S”.

Seção quer dizer o mesmo que secção, ou seja, ato ou efeito de repartir. Significa ainda: divisão de repartições públicas, parte de um todo, departamento.

Exemplo: Cada seção do site abordará um tema específico.

71. O grama ou A grama

O grama ou A grama?

Errado: Eu quero duzentas gramas de presunto.

Correto: Eu quero duzentos gramas de presunto.

G, no sentido de peso, é palavra masculina: um grama de ouro, vitamina C de dois gramas. Grama, no feminino, é sinônimo de capim.

Obs.: A abreviação de grama é g, não gr, gs ou grs. Assim como abreviação de hora é h, não hr, hrs ou hs. Abreviações oficiais não têm plural!

72. Viagem ou Viajem

Viagem ou Viajem?

Errado: Nossa viajem está programada para dezembro.

Correto: Nossa viagem está programada para dezembro.

Explicação: A palavra viagem, com G, é um substantivo comum, sinônimo de jornada e deslocamento.

Viajem é a forma do verbo viajar conjugada na 3ª pessoa do plural do presente do subjuntivo ou na 3ª pessoa do plural do imperativo.

Exemplos: Espero que eles viajem em segurança./ Aproveitem as férias, viajem muito!

Erros Ortográficos: Vícios de Linguagem – Leitura crítica é sempre a melhor reabilitação

vícios de linguagem

Ao contrário das figuras de linguagem, os vícios de linguagem são palavras ou construções que estão em desacordo com normas gramaticais.

Os vícios de linguagem costumam ocorrer por descuido, ou ainda por desconhecimento das regras por parte do emissor. Veja alguns exemplos abaixo:

73. Devidas providências ou providências

Devidas providências ou providências?

Errado: Peço as devidas providências.

Correto: Peço providências.

Explicação: O adjetivo devidas é desnecessário e redundante, pois quem pediria providências indevidas?

74. Maiores informações ou Mais informações

Maiores informações ou Mais informações?

Errado: Para maiores informações, acesse nosso site.

Correto: Para mais informações, acesse nosso site.

Explicação: O termo “maior” é comparativo, não deve ser utilizado nesse caso. Não existem informações maiores ou menores, mas sim mais informações ou outras informações.

75. Encarar de frente ou Encarar

Encarar de frente ou Encarar?

Errado: Precisamos encarar esse problema de frente.

Correto: Precisamos encarar esse problema.

Explicação: Se o desejo é enfatizar o verbo encarar, então o que se pode dizer é “encarar firmemente”, “encarar decididamente”, “encarar sem medo”, “encarar com determinação”.

O “de frente” não enfatiza nada, já que essa noção já está implícita na própria idéia de “encarar”, que quer dizer “olhar cara a cara”, “olhar de frente”. Portanto, “encarar de frente” é redundante.

76. Na minha opinião pessoal ou Na minha opinião

Na minha opinião pessoal ou Na minha opinião?

Errado: Na minha opinião pessoal, devemos adiar a palestra.

Correto: Na minha opinião, devemos adiar a palestra.

Explicação: Se a opinião é minha, só pode ser pessoal.

77. Planejar antecipadamente ou Planejar

Planejar antecipadamente ou Planejar?

Errado: Devemos planejar antecipadamente nosso calendário de postagens.

Correto: Devemos planejar nosso calendário de postagens.

Explicação: Planejar é o ato de definir metas e objetivos de um projeto antecipadamente, ou seja, o ato de planejar por si só subentende a antecedência.

78. Multidão de pessoas ou Multidão

Multidão de pessoas ou Multidão?

erros de português

Errado: Uma multidão de pessoas invadiu a emissora ontem.

Correto: Uma multidão invadiu a emissora ontem.

Explicação: Qualquer substantivo coletivo específico é um pleonasmo. Multidão é sempre de pessoas, assim como cardume é sempre de peixes, enxame, de abelhas e etc.

79. Em duas metades iguais ou Em duas partes iguais

Em duas metades iguais ou Em duas partes iguais?

Errado: Vamos dividir a porção em duas metades iguais.

Correto: Vamos dividir a porção em duas partes iguais.

Explicação: Metade é o mesmo que duas partes iguais. Assim, dizer que dividiu alguma coisa em duas metades iguais constitui um pleonasmo.

Também seria correto dizer: Vamos dividir a porção pela metade.

80. Repetir de novo ou Repetir

Repetir de novo ou Repetir?

Errado: Professor, pode repetir de novo?

Correto: Professor, pode repetir?

Explicação: A expressão é redundante quando se trata de um fato que ocorreu pela segunda vez, porque repetir significa fazer de novo, outra vez.

Não será redundância se o fato ocorre pela terceira ou mais vezes. O fato aconteceu, repetiu e repetiu de novo.

erros gramaticais

Estas foram as dicas para escrever melhor. Espero que tenham sido úteis para você.

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Sobre o autor

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  • Galdino Pinto Cardoso

    Muito bom… “CONFEÇO” que aprendi muita “COIZA QUE EU NÃO SABIA”.

    • Obrigado Galdino!

      Nós aprendemos bastante também pesquisando sobre o conteúdo desse infográfico.

      É praticamente impossível escrever corretamente 100% do tempo, mas devemos evitar erros grosseiros para não parecer um idiota na frente de outras pessoas. 🙂

      Abraços!

  • Uau!

    Que material épico!

    Uma das coisas que mais gosto do Viver de Blog é que você não foca apenas em uma única coisa, você se preocupa em nos ajudar por completo!

    Essas dicas são preciosas e me ajudará muito, assim como todos que acompanham o seu belo trabalho.

    Parabéns e obrigada por compartilhar TUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUDO isso conosco!

    Beijos K.

    • Muito obrigado, Priss!

      Viver de Blog é muito mais que um blog, é um estilo de vida. 🙂

      Obrigado pelo comentário e por fazer parte dessa equipe que não aceita nada mediano, mas somente a busca incansável pelo estado da arte.

      Beijos!

  • Oi Henrique!

    Cara, fantásticos os seus conteúdos. Eu fico pensando: “Como ele consegue?”…rs

    Ainda estou engatinhando no marketing digital e no mundo dos blogs e sou sincero em dizer que seu blog e seus artigos tem me inspirado!

    E falando em Blog, sei da sua admiração pela Apple e pela excelência com que eles fazem seus produtos e pra mim o seu blog alcançou esse nível em termos de blog e conteúdo. Sem “rasgação” de seda, considero o Viver de Blog como o “Iphone” dos blogs.

    Só tenho que te parabenizar pelo excelente trabalho e pelo profissionalismo incrível que tem demonstrado.

    Um grande abraço!
    Eder.
    ps: fiquei até com medo de escrever alguma coisa errada aqui depois desse mega infográfico…rs

    • Érica

      Olá, pq quando compartilhamos aparece gramaticas no título?

      • Oi Érica!
        Desculpe mas não entendi o que quis dizer.

        • Érica

          Vi um link desta matéria compartilhado e aparece no título: GRAMATICAS e não GRAMATICAIS
          80 Erros Gramaticas Que Fazem Você Parecer Um Idiota
          Erros gramaticais podem acabar com a sua reputação. Veja aqui a correção gramatical dos erros de português mais comuns, além de dicas para escrever…
          VIVERDEBLOG.COM

        • Ah tá, entendi. Você tem razão, mas também não sei porque, já que quando clicamos em compartilhar aparece “gramaticais”. Talvez o Henrique possa nos explicar 🙂

    • Érica

      Kkkkk, n era para vc. É para p blogueiro. Sorry

      • kkkkk, sem problema 😉

    • Oi Eder!

      Obrigado pelo comentário, meu caro.

      Ainda mais citando o Viver de Blog como o “iPhone” dos blogs. rs

      Eu que agradeço por acompanhar esse nosso trabalho aqui.

      Fique tranquilo que os primeiros passos no marketing digital são os mais difíceis. Depois, é como você estar no carro em uma grande descida. A velocidade só aumenta sem você precisar acelerar. Os resultados aparecem com mais facilidade quanto mais você cresce.

      Força e sucesso nessa jornada. Espero que o Viver de Blog continue ajudando você nesse caminho.

      Abração!

      P.S. Acredite. A chance de avisarem sobre erros gramaticais aqui no Viver de Blog agora é, pelo menos, 1000% maior do que antes desse infográfico. rs 🙂

  • Olá Henrique,

    Escrever bem não é um privilégio, demonstração de arrogância ou qualquer coisa parecida, mas sim fazer o bom uso do idioma. Um erro, cometido vez ou outra, é até aceitável, mas insistir nos erros já é demais e sintoma de que algo está errado.

    Para corrigir isso, sempre é importante exercitar o cérebro lendo ótimos livros e conteúdos que agreguem valor, como o este infográfico que ficou simplesmente épico, tanto que me lembrei das aulas de Língua Portuguesa que tive na escola.

    Grande abraço e sucesso sempre!

    • Excelente comentário, Fabio!

      Ler é fundamental para escrever.

      Escrever é fundamental para escrever bem.

      Escrever bem é fundamental para se comunicar melhor.

      Comunicando-se melhor que conseguimos mudar um pequeno pedaço do mundo que queremos para todos.

      Abraços!

  • Marcio Eugenio

    “felomenal”

  • Yolanda Hollaender

    Excelente contribuição, Henrique! Obrigada.
    São dicas fáceis de assimilar e importantíssimas para a correta escrita de nossa rica Língua Portuguesa.
    Abraços

  • Renato

    Está ótimo. Senti falta de “assertividade”.

    • Valeu, Renato!

      Abraços!

      • Felipe

        Gostei do seu comentário Renato. “Assertividade”…
        Henrique percebeu, discerniu a deficiência desse ramo. É nesse aspecto que eu estou trabalhando: Capacidade de se comunicar melhor. Em breve vocês conhecerão o Treino Redação, os produtores de conteúdo vão amar.

        • Isso aí, Felipe!
          Quando lançar nos conte por aqui!
          Abraço e sucesso!

  • Ficou muito bom! Parabéns, belíssimo trabalho!

    Vi que tem uma versão em PDF, mas poderia ter também uma versão formatada para impressão.
    Seria de muita utilidade.

    Abraços!

    • Muito obrigado Giovane!

      Alguns leitores do Viver de Blog já imprimiram versões em PDF para colarem perto de suas áreas de trabalho. O resultado ficou ótimo.

      Abraços!

  • André Elias

    Realmente fantástico sua iniciativa Henrique, é por causa de conteúdos assim que sempre fico aguardando ansioso pelos próximos artigos. 100% qualidade. Parabéns.

    • Muito obrigado, André!

      Conteúdos como esse podem demorar um pouco mais do que o normal para serem publicados

      Mas é ótimo e gratificante receber comentários, como o seu, sobre a qualidade deles.

      Mostra que estamos no caminho correto ao prezar pela qualidade ao invés da quantidade.

      Abraços!

  • Incrível!!! Parabéns, Henrique, pela riqueza do conteúdo aliada ao ótimo design do material. Muito sucesso! Abraços

  • Julio Furlaneto

    Muito bom! Sempre simples e objetivo.
    Parabéns!

  • Cristina

    Dez! Vou espalhar. Tem muita gente precisando.

    • Sem dúvida, Cristina. Muitos precisando desse tipo de conteúdo.

      Obrigado pela boa vontade em espalhar.

      Forte Abraço!

  • Érica

    Vi um link desta matéria compartilhado e aparece no título: GRAMATICAS e não GRAMATICAIS
    80 Erros Gramaticas Que Fazem Você Parecer Um Idiota
    Erros gramaticais podem acabar com a sua reputação. Veja aqui a correção gramatical dos erros de português mais comuns, além de dicas para escrever…
    VIVERDEBLOG.COM

    • Oi Érica!

      O link compartilhado já está com o título correto.

      Abraços!

  • Rodrigo Vieira

    Eu me surpreendo cada vez mais como você consegue transmitir um conteúdo de altíssima qualidade, e fazer o processo de aprendizado super agradável, seja com a sua didática ou com o design e os mínimos detalhes em que você sempre se preocupa.

    Mais uma vez, parabéns Henrique!

    • Muito obrigado, Rodrigo!

      Nosso objetivo é a superação constante.

      Não temos um limite de satisfação e, por isso, buscarmos produzir conteúdos no estado da arte, mesmo que eles demorem quase 1 mês para ficarem prontos.

      Abraços!

  • Meu caro Henrique, uma pequena maravilha este seu infográfico nem sei como expressar o meu agrado ao ver este tratado de bem escrever e poder acordar as palavras bem escritas pela voz de cada um, parafraseando o José Saramago, admirável, parabéns e pode continuar estarei sempre por aqui atento ás suas publicações…
    Vou levar e publicar no meu site com certeza isso e muito mais…não vou perder esta oportunidade.

    • Muito obrigado Artur!

      Consideramos o assunto desse infográfico de extrema importância.

      Agradeço pela sua vontade em compartilhá-lo no seu site.

      Acredito que, como blogueiros e comunicadores, temos o dever de tentar criar um mundo melhor para as pessoas ao nosso redor.

      Forte Abraço!

      • Pensar na melhoria de um mundo melhor para os outros é um ideal que todas as pessoas deviam seguir e temos sempre necessidade de explicar isso.

        E você mais uma vez deu um passo nesse sentido, muito obrigado.

  • Guilherme Siqueira

    Só digo isso: o melhor blog….

  • Muito bom o infográfico, parabéns!
    Super instrutivo e uma excelente aula de português!rs
    Henrique, qual programa você usa para fazer infográficos?
    Abraço,

    • Obrigado Shirley!

      Fico feliz que tenha gostado do infográfico.

      Nós contratamos um designer profissional (o Yuri) para elaborar todo o visual desse material.

      Abraços!

  • Guest

    Esse infográfico bateu todos os recordes do Viver de Blog: de palavras, de canvas, de tempo gasto, de pesquisa. Foram mais de 3 semanas de trabalho intenso!

    Mas o orgulho de ver um trabalho desse publicado não tem preço. Ele não é pra marketing digital, é pra vida. E esperamos que ajude muitas pessoas a se comunicarem melhor, conquistado a autoridade que precisam nos negócios e, óbvio, também na vida pessoal. 😉

  • Carla Basílio

    Esse infográfico bateu todos os recordes do Viver de Blog: de palavras, de canvas, de tempo gasto, de pesquisa. Foram mais de 3 semanas de trabalho intenso!

    Mas o orgulho de ver um trabalho desse publicado não tem preço. Ele não é pra marketing digital, é pra vida. E esperamos que ajude muitas pessoas a se comunicarem melhor, conquistando a autoridade que precisam nos negócios e, óbvio, também na vida pessoal. 😉

    Parabéns pra gente, amor! A cada trabalho vc mostra como é brilhante e atento a cada detalhe. É uma honra trabalhar ao se lado. Aprendo demais, principalmente sobre o que é ser memorável! E ainda fico pertinho de vc. ;*

    • Parabéns pra gente, amor! 🙂

      O resultado ficou ótimo. Deu um trabalhão de várias semanas, mas olhando o infográfico publicado, qualquer dificuldade que tivemos no meio do caminho fica pequena frente a grandiosidade desse trabalho.

      É um privilégio trabalhar com você, pois o aprendizado é crescente e os desafios e metas cada vez maiores.

      Beijão!

    • Pablo Soares

      No 52 e 53 pode ser usado “a” desde que seja craseado porque indica “à moda de”. Toda vez que algo for ‘à moda de”, usar-se crase. Por exemplo: “pagar à vista”, “TV à cores (modelo colorida)”. Lembro-me de ter visto isso em um cursinho pré-vestibular que fiz.

  • Douglas Mendes

    Cara, parabéns! Material rico e de excelente qualidade!

    Segundo infográfico que vejo em seu blog mas já adorei o blog!

  • Alex

    Faltou “o(a) mesmo(a)”, como em:
    “Antes de usar o elevador, verifique se o mesmo encontra-se parado no seu andar.”
    Em que o certo é:
    “Antes de usar o elevador, verifique se ele encontra-se parado no seu andar.”

    • Carla Basílio

      Oi, Alex. Faltaram muitos erros, por isso já estamos pensando em fazer a parte II deste infográfico. 😉

      Só um detalhe. Sua frase, na verdade, fica: “Antes de usar o elevador, verifique se ele SE encontra parado no seu andar”. Porque o pronome reto atrai o oblíquo.

      Abraços.

  • André

    Lhe comprimento por que esse poste que esta ótimo. Concerteza são bastante erros que passam desapercebidos, mais agente fica meia confusa, pois sempre a algo para corregir. Aja passiênsia com tanta gente inguinorante e que escreve tão mau. Há muitos anos atrás, eu assistia o programa do profeçor Pasquale, e houveram poucos avanços desdentão, com os erros aumentando ainda mais. Mais é muito bom saber que falta só mais três módulos do curso de redassão que estou fasendo. À partir da conclusão, sei que a médio praso vou estar escrevendo muito bem e cometendo muito menas gafes.

  • Francisco Norberto Lima

    Simplesmente sem palavras.
    E quando eu penso que não tem como superar, me aparece uma matéria desse quilate. 🙂
    PARABÉNS.

  • Marcelo Temponi

    estes botoes de compartilhamento aqui nesta postagem vem de algum plugin?

    • Oi Marcelo!

      Sim. Utilizo o Genesis Simples Share plugin.

      Abraços!

  • Renata Branco

    Olá Henrique! Sou amiga do Flávio Raimundo. Ele me passou seu texto porque atuo com revisão de texto e me interesso por tudo sobre a Língua Portuguesa. Achei suas dicas muito bacanas. Apenas gostaria de fazer duas correções no seu texto, se é que não se incomoda! 🙂 O correto é “munir de”. Super infográfico devem ser escritos juntos, assim como “supermercado” e “superinteressante”, havendo hífen entre a palavra SUPER apenas quando a palavra seguinte começar com R ou H. Abraços!

    • Olá, Renata. Obrigado por suas observações.

      Como escrevi no artigo, às vezes nos afastamos do leitor quando escrevemos de maneira muito formal, por isso, mesmo não estando correto, segundo a norma padrão da língua, eu prefiro usar aquilo que nossos ouvidos estão mais acostumados a ouvir e os olhos, a ler.

      Exemplo: uso “você” e “te”na mesma construção porque o “lhe” ou “o” podem soar como preciosismo.

      Da mesma forma, acredito que “superinfográfico” causaria certo estranhamento, já que algumas mudanças do Acordo Ortográfico ainda não foram bem aceitas (vide micro-ondas).

      Abraços.

  • Claudia Cruz

    Olá Henrique! Faltou a palavra ”seja”. Já li muitos textos e ouço alguns radialistas dizerem ”seje”. Exemplo correto: ( Que você seja feliz. )

    • Faltou mesmo, Claudia!
      Esse é um erro bem comum também.
      Já anotamos para usar em um próximo artigo. Valeu!
      Abraços!

  • Muito bom, este Infográfico me economizou meio ano de estudos com revisão de gramatica, obrigado pelo presente Henrique. abs

  • Guest

    Material muito bom. Porém, fiquei em dúvida em relação ao ítem 39. ( Há do verbo haver ), a frase ficou meio sem sentido. na verdade sempre achei estranho, pois se subsituirmos o ver haver por existir em início de frases não fica legal. ex.: Há 18 anos, eu entrei para o corpo de bombeiros / Existem/tem 18 anos, eu entrei para o corpo de bombeiros. Neste caso não seria necessário usa o “que” ? – Há 18 anos que eu entrei para o corpo de bombeiros. Ou então o correto Não seria inverter a frase, – Eu entrei para o corpo de bombeiros há 18 anos.

  • Cezar Bueno

    Material muito bom. Porém, fiquei em dúvida em relação ao ítem 39. ( Há do verbo haver ), a frase ficou meio sem sentido. Na verdade sempre achei estranho, pois se substituirmos o verbo haver por existir em início de frases, não fica legal. Ex.: Há 18 anos, eu entrei para o corpo de bombeiros / Existem/tem 18 anos, eu entrei para o corpo de bombeiros. Neste caso não seria necessário usa o “que” ? – Há 18 anos “que” eu entrei para o corpo de bombeiros. Ou então inverter a frase? – Eu entrei para o corpo de bombeiros há 18 anos.

    • Carla Basílio

      Oi, Cezar.

      No item 39, o verbo haver significa tempo decorrido, ou seja, pode ser substituído apenas pelos verbos ter e fazer. Com o sentido de existir, cabe o exemplo do item 40.

  • Carlos Alberto DAndréa Ribeiro

    Muito bom e esclarecedor este material, pois mesmo quem escreve corretamente não está livre de cometer algumas gafes.

    • Exatamente, Carlos!

      É muito comum cometermos erros, principalmente quando o material escrito é gigante.

      Esse infográfico, por exemplo, ultrapassa 7.000 palavras. 🙂

      O importante é cometer cada vez menos erros e buscar não cometer os mais graves.

      Fico feliz que tenha pego o espírito desse infográfico.

      Abração!

  • Muuuuito bom! HC sempre nos ajudando q sermos melhores! Parabéns! Sou seu fã desde o HC Investimentos.

    http://www.ricodinheiro.com.br

    • Grande Kleber!

      Obrigado pelo comentário, meu caro.

      Abração e sucesso!

  • Luiz Henriques

    O número 17 está meio esquisito. “O perigo de desabamento daquele prédio é eminente” está correto, enquanto “o perigo de desabamento daquele prédio é iminente” quer dizer que o perigo pode acontecer a qualquer momento (???) Acho que a frase de exemplo ficaria melhor se tirasse “perigo”, aí ficaria tudo perfeito. “O desabamento daquele prédio é eminente” não faria sentido nenhum é o “o desabamento daquele prédio é iminente” funcionaria às mil maravilhas.

  • Aline Xavier

    Muito bom, Henrique. Parabéns!

  • Glauber Couto

    Boa Henrique!!! Parabéns a todos os envolvidos pelo desenvolvimento do infográfico também, que deve ter sido bem trabalhoso!!

    • Muito obrigado, Glauber!

      Forte Abraço!

      • Anne Delduque

        Olá, Henrique!
        Gostei muito do seu blog, parabéns!
        Mas uma frase, na descrição desse artigo, me deixou com uma dúvida.
        – A frase é essa: Como e quando usar os quatro porques da Língua Portuguesa.
        – A dúvida é: nessa frase a palavra porques deveria estar acentuada ou não?
        Obrigada e sucesso!

        • Olá Anne!

          Muito obrigado por comentar! Esta é uma excelente maneira de conseguirmos analisar se estamos caminhando na direção certa 🙂

          Abraços e sucesso.

  • Tasso Assunção

    Caro Henrique:

    Ainda não tive
    tempo de ler todo o gráfico, que gostaria de compartilhar.

    No entanto, é
    preciso que você faça algumas pequenas correções no próprio texto de
    apresentação do trabalho, sugeridas a seguir:

    Em

    “…chamou muita
    atenção…”,

    há uma falha de concordância
    que levou a falha de construção, ou vice-versa; deveria ser: “…chamou muito a
    atenção…”;

    Em

    “…os quatro porques…”,

    como se trata de “porquê”
    substantivado, deveria constar de acento, tal como você explica no gráfico;

    Em

    “Os vícios de
    linguagem que estamos tão acostumados a falar e ouvir que muitas vezes nem percebemos que estão
    errados”,

    encontra-se uma
    redundância, associada a uma falha de construção; o caso é que vícios de linguagem
    não poderiam estar errados porque já constituem o próprio erro;

    Em

    “…escrever bem é imprescindível para ser levado a sério…”,

    verifica-se pequeno
    erro de construção que o torna um tanto confuso, já que a expressão omitiu o
    sujeito, que poderia ser indicado pela partícula de indeterminação: “…imprescindível
    para se ser levado a sério…”.

    Tasso Assunção

  • João Marcelo Souza

    Oi Henrique,

    Um erro bastante comum, mas que poucos notam, é o uso da palavra “literalmente”. As pessoas acabam usando como reforço ou de uso não literal, conotativo. O problema é que a expressão indica o contrário.

    Já vi em reportagem o seguinte: “O Maracanã está literalmente no osso” (durante as obras para a Copa do Mundo) – eu teria medo de ir lá se isso fosse verdade.

    Inclusive já recebi um email marketing com a pérola “Eu irei literalmente implantar no seu cérebro um método e que somente eu e meus clientes VIP utilizamos…” – não, obrigado.

    • Bem lembrado, João!

      Hoje em dia parece cômodo demais usar o “literalmente” em literalmente qualquer frase. 🙂

      Toda comunicação fica mais nebulosa e confusa quando não encontramos boas palavras para preencher uma frase. Um exemplo comum é usar o termo “coisa”, ou pior, “bagulho”.

      Valeu pelo comentário.

      Abraços!

  • Marcelo Pinheiro

    Nossa cara, você simplesmente surpreende cada vez mais os seus leitores!! Parabéns pelo trabalho, ficou TOP!! Abraço.

  • Thiara Ney

    Perfeito!

  • Natasha Belus

    Muito bom! Estava discutindo exatamente sobre a importância de escrever corretamente para passar credibilidade com um amigo meu esses dias. Só uma observação: o PDF não está em alta qualidade, na realidade está a mesma coisa que a imagem do site. Quando damos zoom ele fica pixelado, e as cores com aquele granulado de JPEG pra internet. Sugiro arrumar para que, pelo menos o texto, seja vetorial.

    • Oi Natasha!

      Esse infográfico possui o tamanho limite de 30.000 pixels verticais para uma imagem em JPEG.

      Além disso, a imagem também não poderia ultrapassar o tamanho máximo de 10MB para ser enviada e publicada aqui no WordPress.

      Logo, foi preciso reduzir um pouco a qualidade ao dar zoom para ficar dentro das exigências dos parâmetros da internet.

      O PDF fica ótimo numa largura de 1.000 pixels.

      Abraços!

  • Michelle Hernandez

    Muito bom, de grande ajuda. Eu que moro fora, sofro prá escrever em português.
    Tem dias que baixa a Luciana Gimenez mesmo …rsrs…
    Parabéns pela excelentes postagens.

  • Geraldo Dias

    Aqui das Minas Gerais seu trabalho é referencia, Um grande abraço!

  • Claudionor Aparecido Ritondale

    Henrique,
    Sei que sua intenção é das melhores, mas atente que “superinfográfico” deve ser escrito em uma única palavra, porque o prefixo “super-” não tem autonomia para virar uma palavra; se o tivesse, deveria ser escrito com acento gráfico (“súper”), mas a língua não codificou ainda esse uso. Na língua não formal, que é descuidada, até se vê o prefixo sem hífen, nem nada, mas isso é incorreto. É, pois, incoerente apontar erros gramaticais quando, ao anunciá-los, também se comete um, exatamente da parte da gramática em que se procura apontar erros, a ortografia. Sei que não é a parte mais fácil do idioma, talvez ela seja uma das mais dependentes da memória, porque nossa escrita segue primordialmente a etimologia, mas ela funciona como uma espécie de vitrine de como escrevemos. Considero erros de sintaxe muito mais graves do que erros de ortografia, mas estes são muito mais insistentemente cobrados por todos, até por quem erra na própria escrita, mesmo ao aconselhar outras pessoas a não cometer erros. Um abraço. Quem tiver interesse em conhecer algo sobre a acentuação gráfica em português por meio de uma única regra lógica, pode me escrever – ritondalebr@hotmail.com – ou visitar meu site – http://www.ritondale.com.br.
    Um abraço a todos.
    Claudionor Aparecido Ritondale

  • Como conseguiu criar uma tela de bloqueio de download desbloqueado pela inscrição do email?

    • Oi Wiliams, tudo bem?

      Sobre o que você está falando? Essa caixa de captura de email que acompanha a rolagem do mouse?

      Abraços!

      • É esse PopUp que pede para se cadastrar, Mensagem: “Baixe todos os eBooks

        e infográficos do

        Viver de Blog (É Grátis!)

        Junte-se a mais de 85.000 leitores inteligentes. Coloque seu email abaixo e baixe grátis!

        ” Isso é muito bom, procurei uns mais não tinham essa funcionalidade. E é que sistema?

  • Muito bom, ajudou a reforçar alguns conceitos e relembrar outros hehe.


    http://www.elaele.com.br

  • Geraldo Augusto

    Uau! O Henrique sempre nos surpreende no Viver de Blog… Mais um material para ficarmos de queixo caído!

    Verdadeira aula que não pode faltar a nenhuma área da vida, pois a correta comunicação é fundamental para o entendimento, respeito e notabilidade.

    Infográfico para servir de referência e compartilhar com todos ao nosso redor.

    Parabéns, Henrique e equipe Viver de Blog!

    • Fico muito grato pelo comentário, Geraldo!

      Grande abraço e sucesso!

  • Leovando Galvão de França

    Muito bom Henrique!

  • Excelente idéia! Ficou muito bom. Parabéns pela iniciativa.

  • Diego Silva Nunes

    Muito completo o material, esses erros são tão básico que o blog acaba perdendo credibilidade!

    • Obrigado, Diego!

      Grande Abraço!

    • Denrrou

      Perde credibilidade sim; mas o adjetivo deveria ter concordado com o substantivo em sua declaração. E, portanto, você também perde credibilidade com seu comentário. O correto seria: “…erros são tão básicoS que o blog…”.

      • Diego Silva Nunes

        Cara, isso é um comentário descontraído em um blog que acompanho, não vejo necessidade de ser culto.

        • Denrrou

          Beleza, escreva como quiser. Mas tem aqui vários comentários descontraídos sem quaisquer erros gramaticais… Não é questão de ser culto. Ninguém precisa escrever errado para ser descontraído, e ninguém precisa ser formal / culto apenas por escrever corretamente.

          Fato é que quando se faz um comentário em um post, que trata exatamente sobre “erros gramaticais que te fazem parecer idiota”, defendendo a tese de que tais erros BÁSICOS são de fato negativos, e ao mesmo tempo os cometendo enquanto escreve, é o mesmo que criticar exatamente o que está fazendo enquanto critica… Algo tanto quando paradoxal, não?!?!?!?!

          • Um tanto quanTo, “tanto quando” não existe; vamos prestar mais atenção antes de corrigir o coleguinha?

          • Denrrou

            Existe sim, não é algo gramaticalmente errado. E o comparativo “tanto” não necessariamente carece de ser precedido do numeral “um”; De qualquer maneira, não sou eu o comprometido em não cometer erros, os cometo o tempo inteiro. Só penso que, os cometer enquanDo se afirma que não os cometer é uma coisa importante, é uma bizarrice lógica, como uma cobra que se come pelo próprio rabo. Es-adof u cueso nuap;

          • Quanto ao numeral, ele pode ser opcional, mas quanDo (ideia de tempo) nao concorda com TANTO, pois “tanto quanto” é uma expressão de comparação (tanto um quanto o outro) . “Tanto quando” podem vir na mesma frase (meu coração bate tanto quando te vê) , mas com o “tanto” em sentido de quantidade e o “quando” em sentido de tempo. A EXPRESSÃO “tanto quanDo”, no sentido de comparação, está errada.

            E eu acho ainda pior corrigir alguém e cometer erros, na verdade ninguém está certo, só que é um sujo falando de um mal lavado 😉

          • Denrrou

            Por isto dizer que “não existe” é um tipo de ignorância ontológica. Pois o erro não é sintático.

            Isoladamente não há erro gramatical em “tanto quando”, a ortografia existe (e sem o seu “um”). No contexto o uso é patético, mas negar a existência daquilo que há, é tanto quanDo.

            É preciso comparar maçãs com maçãs, e bananas com bananas. Como eu disse, erro o tempo inteiro, e não só no que cabe a escrita…

            Para pessoas com mais de 2 neurônios, ler o que escrevi permite interpretar que o que observei não foi um erro na maneira de se expressar através de palavras (se fosse, e eu teria de ter comentado em dezenas de outros comentários, o que não é o caso…), mas sim na incoerência entre a mensagem de um escrito e a prática que o gerou.

            Mas se é para falar do que existe ou não existe, de sujos e mal lavados, gramática e tudo mais: O que realmente não existe são as palavras que você usa exatamente enquanDo corrige (http://viverdeblog.wpengine.com/erros-gramaticais/#comment-2082488291), tais como: “pq”, “q”, “vcs”. E se há dúvidas quanDo (fui deixando para você corrigir… Mas use apenas palavras que realmente existam, ou estará também sendo suja) a isto, que então pergunte a um dicionário…

            E, se “corrigir alguém e cometer erros… …é um sujo falando de um mal lavado”, então bem vinda ao time.

          • Bom entao se formos pela sua lógica, q pq e vcs “tb” não estaoestão errados, pois são letras e que existem, afinal sem elas não há palavras. Acontece que trocar um “tb” por um”também” é apenas uma contração no internetês, agora a EXPRESSÃO “tanto quanDo” não existe, não é “contração”, “gíria”, “forma de expressão” nada. E, por esse lado, a palavra “básico” do colega que você corrigiu existe e foi até mesmo acrntuada, ele pelo menos só comeu uma letra. Eu pelo menos jamais faria isso numa redação da vida, e ele com “ctza” “tb” não, já vc provavelmente não só usaria como já usou. Entender o q quisemos dizer, todos entenderam todos os 3 comentários. Agora, erro por erro, como vc disse pro colega, “beleza, escreva como quiser”. Mas no próximo concurso que fizer e for fazer uma comparação, lembre do meu comentcomecomentário, é +0.10 😉

          • Denrrou

            Não tem lógica “minha”, aqui. “Quando” está totalmente errado no contexto no qual o utilizei. Mas, ouça “O dia amanhecer” de Satine. Tal junção é usada EXATAMENTE como aqui utilizei. Não apenas poeticamente, mas também como contração da palavra estando. Por isto, contrariando o seu “não existe”, desde o princípio estou dizendo que, SIM, existe… Simples assim.

            E eu não digo que coisas não existem ou que são erradas, porque basta que elas existam para que o errado seja eu, e no que se refere a maioria das coisas, errado ou certo é frequentemente uma mera convenção.

            Portanto, eu nunca disse que “palavras” como: “q”, “pq”, e “vcs” existam ou não existam, estivessem certas ou erradas… disse sim para você ver onde se encontravam no dicionário, que é o lugar onde as palavras, com as quais é considerado formal se expressar, se encontram. E por si mesma poderia constatar o que é que realmente existe / não existe, o que poderia, então, ser considerado como certo / errado…

            Porque se for para justificar com contração, licença poética, regionalismo e etc… então se justifica qualquer erro… E está tudo certo.

            Eu escrevo errado mesmo, nunca corrijo alguém por letras e não faço questão de me conformar a regras padronizadas. Mas pelo menos há coerência no que eu expresso. As ideias ainda ficam quando as palavras se vão…

            Agora… É muito curioso quando você diz que coisas existentes NÃO EXISTEM; que não cometeria erros em redações da vida, quando em seu blog (http://www.responsabilidadeanimal.blogspot.com/) existem erros em abundância tremenda; que alguém que você nem conhece, também não cometeria tais erros; e que outro alguém que você nunca sequer já viu, com certeza os cometeria…

            É ao mesmo tempo contraditório e incoerente. Caberia saber de onde você tira embasamento para tais afirmações… Mas vamos deixar para lá.

            No próximo concurso me lembro de você sim. Mas lembre-se também que seu erros ortográficos estão indo muito bem, e que nem só pela vazia decoreba de regras normativas se avalia uma mente. Mas sim, e muito mais, pela sua capacidade de articular aquilo que já absorveu.

          • Se você, ao invés de ir olhar os erros de português do meu blog, tivesse lido o cabeçalho do blog ou de qualquer uma das postagens, veria q ele é literalmente postagens enviadas por terceiros, onde eu disponibilizei um espaço para que todas se juntassem num mesmo local. E dizer que não corrije por letras quando você corrigiu o colega por ter esquecido um “s”? Complicado…

          • Denrrou

            Pois é, mas é que a primeira postagem, após erros o suficiente, já encerra com isto:

            “Bem, meu facebook é http://www.facebook.com/akmb1987 O mesmo vale para o twitter (akmb1987). O q eu n divulgo”

            De maneira que este terceiro se identifica muito com você, e não foi preciso descer muito no blog além daí. Mas enfim….

            Como já dito, a observação feita ao colega não foi por letras, mas pelo contexto. Pelas entrelinhas, sabe?!

            Cometo e vejo erros o tempo todo, sobretudo na internet. Nunca me incomodam e jamais corrijo alguém por eles.

            Uma coisa é você despretensiosamente escrever qualquer coisa como:

            “Pô, muito legal o post, reaumente as dicas são muito boas”.

            Coisas assim se lê o tempo, e não tenho nada com isto.

            Mas há uma quase comicidade em vestir uma camiseta de proteção aos animais, ou vegetarianismo em um rodízio de carnes. Tipo, algo semelhante a se salientar a importância de se escrever corretamente escrevendo errado.

            Foi isto que comentei.

          • Graças a Deus eu jamais me identifiquei como began e nem pretendo. Muito pelo contrário, eu acredito nn consumo de carne. O que é errado, para animais de abate ou não, é a violência cruel e desnecessária. Todos os animais cães e gatos são sacrificados por vets, pelos mais diversos motivos, como aliviar o sofrimento. Animais morrem todos os dias, é normal e faz parte da vida. O ERRADO é ser desnecessariamente cruel na forma que ele é morto – como degolar o porco e esperar ele sangrar até a morte pendurado de cabeça pra baixo. Por isso os dois não são contraditórios. Acreditar que simplesmente comer carne quer automaticamente dizer que eu não posso achar errado alguem bater num cachorrinho até a morte equivale a dizer que um ginecologista não pode condenar o edtupro, pq ele tb insere um especulo à forca na vagina da paciente ao fazer o preventivo. Da mesma forma, o colega acima não precisa de um português perfeito para achar certos error grosseiros, como “mais também” ou tantos outros citados no infográfico. Se for assim vamos ter que banir as aulas de português das escolas, pq até hj nunca vi nenhum professor com português perfeito. Como diria o bom internetês, por favor, seje menas.

          • Marcus Vinícius de Figueiredo

            ….tanto quanto*…

    • Mucher

      nãum cei doke vosêis tãun falano. disculpa.

  • 10minutemail neles

    E dá-lhe 10 Minute Mail contra o spam

  • Leo Ribeiro

    Parabéns, muito bacana esse trabalho.

  • Enos Mota

    Olá, Henrique Carvalho.

    Parabéns e obrigado pelo material disponibilizado.

    Sou um seguidor do seu blog, há mais de um mês.

    Certo dia tentado abri-lo, digitei viverdeblog.com.br, e fui redirecionado para viverdeblog.com. Achei muito legal, e fui tentar outras extensões de domínios conhecidos.

    Quando digitei viverdeblog.net, encontrei um blog, de um senhor chamado Arlindo Viegas.

    Do que se trata esse blog (viverdeblog.net), será uma forma de usufruir do nome de seu domínio?

    • Olá Enos! Muito obrigado por comentar e por acompanhar o blog 🙂

  • Itolor

    Ótimo seu artigo, conteúdo de qualidade.

  • Rodrigo Vieira

    Fala Henrique, tudo bom?

    Então, conheci seu blog recentemente e andei pesquisando a respeito sobre criação de blogs, trabalhar na internet e etc, e eu me interessei bastante pelo assunto, e eu acredito que se eu começar a me empenhar e estudar bastante a respeito do tema desde pequeno (tenho 16 anos), as minhas chances de obter sucesso no longo prazo são grandes.

    Por isso, eu recentemente tomei a decisão de que criarei um blog, mesmo que o propósito principal dele não seja monetário, mas sim para adquirir experiência e conhecimento a respeito da área, e eu ficaria muito grato se você pudesse me indicar alguns artigos no blog (se possível, até de outros blogs) para quem é muito iniciante nesse tema e quer começar do 0!

    Abração Henrique!

  • Vinícius Nunes Menti

    Muito bom. Só não concordo com a expressão “correr atrás do prejuízo”,
    pois sim podemos imaginar a pessoa tentando alcançar, recuperar o que
    perdeu, como quem fica atrás em uma corrida. “Antes de mais nada”, por
    exemplo, não faz nenhum sentido literal, mas seu uso é consagrado:
    http://www.recantodasletras.com.br/gramatica/2369155

  • Túlio Costa

    Achei a iniciativa útil e louvável, mas pouco pedagógica, Henrique. Dizer que quem comete erros gramaticais – indiferentemente que estejam entre os 80 citados – pode ‘parecer um idiota’ acaba forçando um pouco.
    Todos cometemos erros gramaticais. É assim até que chegue alguém e nos avise ou até que venhamos a descobrir que a gente sempre os cometeu, mas não sabia. Natural…
    Há pelo menos uns cinco erros no texto de apresentação e até em alguns itens do conteúdo temático do seu infográfico, Henrique. Nem por isso fiquei achando você parecido com um idiota.
    Por melhor que tenha sido a sua iniciativa, você pecou na forma de abordar o público.

    • Proponho a você fazer melhor do que esta iniciativa do Henrique e se não tiver onde publicar o seu infográfico coloco o meu blog planosnovos.com á sua disposição, não tenha qualquer receio faça coloque a sua sabedoria ao serviço de todos não tenha medo de pecar

  • Bruno Muniz

    Olá, parabéns pelo infográfico, porém devo alerta-lo como professor de português, que no quesito 48. é ”Ele” e não ”Eles”, no plural está errado para com a concordância verbal da frase.

    Sucesso.

    • Obrigado, Bruno!
      Foi um erro de digitação, já iremos corrigir.
      Se ver alguma outra coisa, é só dizer!
      Abraços!

  • Antonio Neres

    Só no viver de blog você vem procurar dicas para melhorar seu blog e encontra até aula de português! mestre HC sempre promovendo um conteúdo completo e de graça. Parabéns.
    Ps: ouvi burburinhos por aí de que está para sair um novo blog hehe, isso é sério mestre?

    • Carla Basílio

      Sim, o meu. Sobre health e fitness. 🙂

  • Ricardo Ferreira

    LEIÃO!!

  • Alvina Damasceno

    Você não é só esforçado, informado, você também é generoso. Um trabalho tão bem feito como esse que ajudará milhares de pessoas, é realmente algo espetacular! Parabéns pelo seu desempenho e obrigada por compartilhar. Será de grande ajuda. Abraços !!

    • Olá, Alvina!

      Muito obrigado!

      É muito gratificante saber que os nossos conteúdos conseguem, de fato, ajudar as pessoas.

      Abraços!

  • Maisa Rodrigues

    Esse foi o infográfico mais útil que eu vi até agora! Ficou ótimo, muito obrigada!

  • Edson Souza Jr.

    Perdão, mas a 35 não faz muito sentido pra mim.

    -Chefe, aumentamos a verba de publicidade.
    -Pois aumentem mais!

    Eu teria que trocar pra “aumentem de novo”? Não entendo o problema quando se trata de um verbo. Imagino que seja o mesmo caso do verbo crescer: “Eu cresci muito desde que tomei a bomba, porém preciso crescer ainda mais caso queira participar de concursos”.

  • Deborah Portilho

    Parabéns, Henrique e Carla! Excelente!! Eu acrescentaria: a cerca de / acerca de (acabei de ler em um post…). Ah, o número 56 está com a ordem trocada. Abs

    • Carla Basílio

      Oi, Deborah.

      Obrigada por sinalizar.

      Talvez façamos uma segunda parte desse infográfico. Muitos erros clássicos ficaram de fora, como o famoso “seje”, mostrar/amostrar (que confundem com amostra) e etc.

      Se lembrar de outro erro comum, escreva aqui.

      Abraços.

  • Josiane

    Olá Henrique Henrique, maravilhoso todo seu trabalho e este infográfico é tudo de bom, a gramática é a parte mais complicada na hora de escrever, e você deixou de uma maneira clara e interessante qualquer pessoa pode que ler vai perceber a diferença e consertar os próprios erros. Acho até que os livros de gramática poderiam ser assim mais estimulantes. Obrigada

    • Olá, Josiane!

      Que bacana saber que a leitura do conteúdo foi estimulante e proveitosa.

      Muito obrigado!

      Abraços!

  • Josiane

    Inclusive eu 🙂 que não fiz uma pequena revisão ( pessoa pode que ler) nada disso! é pessoa que ler, desculpe.

    • Opa Josiane!

      Obrigado por comentar e por contribuir com sua opinião 🙂

      Abraços e sucesso.

  • Ricardo Gleisson

    “Aumentar ainda mais” não pode ser considerado pressupondo que “aumentar é sempre mais”, até porque se diz “aumentar AINDA mais”, ou seja, ele já dá ideia de que foi aumentado, e a afirmação requisita que seja aumentado mais ainda, logo, não poderia estar errado.

  • Simplesmente fantastico!

    Um material para imprimir e colocar na parede no escritório! Sensacional

    • Olá, Gustavo!

      Muito obrigado!

      Se imprimir, mande uma foto pra gente, combinado? Adoramos receber imagens assim.

      Abraços!

  • Alice Haag

    Muito útil o infográfico e bem elaborado. Quanto ao próximo artigo, gostaria de fazer uma crítica construtiva: não usem a palavra ‘alavancar’. Há uns 10 anos, virou moda, modismo, chatismo… (sic). Parabéns pelo Blog, sucesso!

  • Eduardo Pacheco

    Wow, Henrique! Esse infográfico ficou brutal. Muitos parabéns pelo belíssimo trabalho visual que acompanha toda a informação de qualidade. Este é um excelente exemplo daquilo que se fazer na Internet, a nível da produção de conteúdos: informação útil que o público consome quase como se fosse entretenimento. Adorei mesmo e a única coisa que lamento é não ter visto este post mais cedo!

    A ortografia tem de fato um papel importante, especialmente quando queremos demonstrar que sabemos escrever. Se me permitir a ousadia, partilho consigo um post que escrevi sobre ferramentas úteis para quem escreve: http://www.estrategiadigital.pt/30-ferramentas-online-para-quem-nao-sabe-como-escrever-bem/

    Abraço!

    • Olá, Eduardo!

      Muito obrigado!

      E nunca é tarde para se atentar a alguns erros básicos como este.

      Abraços!

  • O certo é “em preto E branco” e não “em preto em branco”, cuidado pq quem já tem dúvida sobre o uso do “em” vai se confundir mais ainda xD
    E acho q vcs “classificaram” erroneamente as redundâncias sobre “aumentar “. “Aumentar mais” é sim redundante, mas “aumentar AINDA mais” não é a mesma coisa, se fôssemos substituir seria por “aumentar novamente” (aumentou-se uma vez, não foi o suficiente, então aumenta-se novamente/mais ainda) . Da mesma forma, “aumentar muito” tem como oposto “aumentar um pouco”, um aumento pequeno. Poderia ser substituído por “um grande aumento”. Quando os 2 termos não querem dizer a mesma coisa, não é redundância =]

  • Maria Eunice Sousa

    Muito bom o post e o blog. Obrigada, muito útil. Neste post em específico, só achei desnecessária a imagem do índio lá no tópico “para mim/para eu”… Achei preconceituoso… Será que os índios realmente falam ou falavam assim?

    • Carla Basílio

      Olá, Maria Eunice

      Nós não sabemos porque nunca conversamos pessoalmente com um índio. Mesmo que fosse o caso, um não poderia responder por todos. Mas o fato é que, pra facilitar a comunicação, usa-se, não raramente, imagens mentais circulantes na sociedade.

      Podem não ser condizentes com toda a realidade, mas são facilmente entendidas (na maioria das vezes). E, bom, a língua de muitos índios não é o português (ou ao menos não era), então é aceitável que eles usem o mim para conjulgar verbos, assim como alguém falando erradamente em uma língua que não domina. Quem não pode errar isso somos nós, que temos o português como língua materna.

      Abraços.

  • Maria Laís

    Parabéns pelas postagens, ganharam mais uma leitora assídua!

  • Ana Luisa Hering

    Primeiramente, GENIAL essa lista!!! Obrigada! Já vou botar nos favoritos. Queria saber se um ponto que eu não achei é mesmo um erro e, infelizmente, virou moda. O tal do “melhor aproveitado”. Antes de verbo no particípio, a expressão é “mais bem”, não é ? Tipo, “O dinheiro está sendo mais bem aproveitado dessa forma.” e não “melhor aproveitado”… E por aí vai . Mais bem feito, mais bem cozido, etc.

    • Opa Ana!

      Acredito que o “melhor aproveitado” seja correto, assim como o “mais bem” é correto quando utilizado em uma frase quando se tem uma comparação. Nestas suas frases de exemplo, por exemplo, dá a entender que está comparando com algo, tipo: O dinheiro está sendo mais bem aproveitado dessa forma (qual é a outra forma?).

      Entende?

      Espero ter ajudado.

      Abraços e sucesso.

      • Ana Luisa Hering

        Obrigada por responder, Henrique. Mas não sei bem se entendi sua resposta… Pelo que dizem as gramáticas, para modificar um adjetivo ou verbo no particípio, usa-se mais bem ou mais mal. O “melhor” quando usado “colado” num particípio não o modifica mas substitui uma frase maior. Exemplo: Esse peixe é melhor cozido que frito. Nesse caso, a palavra melhor substitui (mais gostoso) e perde sua característica primeira de advérbio. Faz sentido ?
        Tanta coisa acontecendo com a língua e os puristas sofrem rsrsrsr . Sonho com o dia em que os jornalistas reaprendam a usar o subjuntivo 🙂

        • Boa Ana!

          Realmente muita coisa acontece e acaba que em alguns detalhes a gente fica nesta situação 🙂
          Vou verificar direitinho sobre isso que salientou, pois é um assunto que gosto bastante!

          Agradeço demais a atenção! Este tipo de conversa é excelente para que a gente aprenda mais e melhore cada mais vez mais !

          Abração e sucesso!

  • Rogerio Oliveira

    Caros, por favor, corrijam o item 29. Se diz “orientação sexual”, não é uma opção.

  • Darci Parolin

    Acho esse blog, uma contribuição enorme. Uma fonte de
    pesquisa, realmente confiável e um trabalho honesto e que ajuda bastante. Me
    vejo numa biblioteca, quando venho aqui. Mas, (sempre haverá um) esses artigos
    enormes, desanimam e cansam e muita gente não vai ler tudo. Não sou ingrato, o
    artigo é muito bom e é apenas uma observação. Se me permitem mais uma, esses
    plugins que ficam tentando capturar o email também são uma praga rsrs! O blog é
    um dos melhores que conheço, não precisa disso. Parabéns pelo trabalho e
    obrigado pelo compartilhamento.

    • Obrigado por comentar e contribuir Darci! 🙂

      Abraços e sucesso.

  • Muito Show! Parabéns adorei!

  • Ana Choueri

    “Superinfográfico”, e não “super infográfico”.

    • Opa Ana! Obrigado por contrbuir com sua opinião 😀

      Abraços e sucesso.

      • Jefferson Moraes

        Agradeceu a ela, mas esqueceu de corrigir neste artigo.
        Dá um CMD+F

        • Opa Jefferson!

          Minha equipe vai fazer uma revisão nos artigos e trataremos disto 🙂

          Abração!

      • Djegovsky

        Não foi uma opinião, mas uma correção.

    • Djegovsky

      E, mesmo que fosse separado, seria com acento: “súper”.
      Será que podemos considerar isso o “tipo de erro que faz você parecer um idiota”?

  • Gustavo Reis

    Olá e boa tarde, @HeHenrique Carvalho e @Carla Basílio!

    Ainda não entendi o 65º item e a frase “Não se pode iniciar frase com pronomes oblíquos (isso na norma culta, já que na coloquial é amplamente usado)”. O que vós quereis dizer? Por exemplo?

    Em Portugal, ênclise e mesóclise sempre são utilizadas. No Brasil, próclise sempre é utilizada, não é?

    Entrarei em contacto com o professor André Gazola e tirarei esta dúvida.

  • Gleidson Viana

    Muito bom, tem muita gente que deveria ler antes de sair escrevendo por ai.

    • Opa Gleidson!

      Muito obrigado por comentar! Esta é uma excelente maneira de conseguirmos analisar se estamos caminhando na direção certa 🙂

      Abraços e sucesso.

  • Adriana Cohim

    Henrique,
    Parabéns a você e Carla.
    Muito bom material coloquei seu Blog no meus favoritos.Axé!

  • Dayene

    Henrique, legal a iniciativa. Mas se você divide o que sabe sobre sua área, sobre usa especialidade, que é escrever para blogs, eu entendo que ao menos você precisa ter a delicadeza de consultar um profissional de revisão ao fazer um infográfico sobre língua portuguesa, sabe. Consultar qualquer coisa que a internet oferece pode ser uma cilada para quem não sabe “navegar por essas águas”. O seu infográfico tem acertos, mas também tem alguns erros. E quando tratamos de ensinar sobre língua portuguesa, não há margem para erro, visto que o conceito será internalizado pelo leitor de maneira equivocada caso algo não esteja adequado. Falar de blog, sua especialidade, é algo que de fato é o seu talento. Mas ao adentrar em áreas as quais não são de seu domínio, é importante respeitar os profissionais que, assim como você, têm a sua especialidade.

  • zeka prisco

    Dúvida pertinente!

    Caríssimos…

    Tenho uma dúvida: logo depois, logo em seguida; estas expressões, são classificadas como redundantes?

    Abraços e belo blog!!!

    • Opa Zeka!

      Obrigado por comentar!

      O “logo”, nestes casos, não fica redundante porque conota que é “exatamente” depois, ou “exatamente” em seguida ou “imediatamente”, entende? 🙂

      Espero ter ajudado.

      Abraços e sucesso.

  • excelente artigo, parabéns!

    • Olá José!

      Muito obrigado por comentar! Esta é uma excelente maneira de conseguirmos analisar se estamos caminhando na direção certa 🙂

      Abraços e sucesso.

  • Isabella Maria

    Excelente artigo e infográfico! O Design também ficou lindo, muito atrativo e aplicando a paleta de cores ideal para não ficar cansativo. Achei divertido e fiquei feliz por não cometer tantos erros gramaticais, mas aprendi expressões que eu não sabia que usava errado, haha!

    Muito bom, parabéns!

  • nilda

    Este blog é Espetacular!! Parabéns!

  • Everson Felipe

    Não quero ser o chato e criticar um trabalho que deve ter sugado a existência dos responsáveis por algum tempo. Mas tenho que atentar para a infelicidade no número 5, por retratar um índio (ou pelo menos fazer uma alusão a tal). Atualmente existe no Brasil um movimento que, praticamente sem estrutura ou reconhecimento algum, luta para garantir uma educação básica de qualidade ao povo indígena e uma das grandes barreiras no caminho dessas pessoas é esse distanciamento histórico e cultural dos brasileiros – que preferem trocar a sua descendência indígena por um sobrenome europeu. Atribuir o “para mim fazer” à imagem do índio apenas contribui para a eterna exclusão desse povo e sua cultura. Desde os tempos da colonização das Américas o idioma é um fator determinante para a demonização dos povos ameríndios (aquele que não compreende o meu código de linguagem pode ser escravizado, massacrado e erradicado).

    Sei que não foi intenção de quem construiu o infográfico, apenas achei válido alertar.

    Excelente trabalho, parabéns!

  • Ricardo Soares

    Faltou considerar o novo acordo ortográfico no item 50 ou estou enganado?

    • Olá Ricardo!

      Obrigado por comentar e contribuir com sua opinião 🙂

      Abraços e sucesso.

      • Ricardo Soares

        Falha minha.

    • Djegovsky

      Onde, Ricardo?

      • Ricardo Soares

        O novo acordo retira o acento do “está”. Para ambos os casos, fica sem.

        • Djegovsky

          De maneira nenhuma isso que está dizendo é verdade, amigo. Está equivocado, Ricardo.

          • Ricardo Soares

            Falha minha. Você tem razão.

          • Djegovsky

            Talvez tenhas te confundido com a dupla pára/para. Nesse caso sim caiu o acento diferencial depois do Novo Acordo Ortográfico.

  • João Pedro Santos

    Olá Herinque tudo bem…
    queria apenas lhe perguntar se tem algum problema em escrever post grandes, com mais de 3000 palavras.

  • Juan Carlos

    Que material excelente. Parabéns.

  • Viviane Teobaldo

    Falando em crase, faltou citar HORAS: as pessoas erram demais! “Das 11h às 17h” tem crase. “De 9h a 10h” não tem. Outra coisa: retire o 0 à esquerda (o nome já diz: não significa nada). “7h30” e não “07h30”. E não escreva “min”, não é usual: “11h45” e não “11h45min”.

    • Olá Viviane!

      Muito obrigado por comentar e por contribuir com sua reflexão e opinião 🙂

      Abraços e sucesso.

  • Paulo Martins

    Excelente blog! Muito útil. Não sou formado em Língua Portuguesa, mas estudo outros idiomas e constantemente preciso rever nossa gramática.
    Obs: Aquela orientação quanto ao uso da expressão “ao encontro de” e “de encontro a” não está invertida?

  • Henrique e Carla
    Parabéns por este excelente trabalho.
    Impossível parar de ler! ÉPICO!
    Compartilhando em 3.2.1

    Sem querer abusar, um pedido: tem como incluir na seção (Ferramentas): quais usa para fazer Infográficos e E-books.
    Valeu Abraço!

    • Olá Luiz!

      Muito obrigado 🙂

      Sobre os infográficos, tenho um designer profissional que me ajuda com toda a parte visual dos eBooks e infográficos.

      Para os eBooks, acredito que ele utiliza o InDesign da Adobe e Photoshop para imagens.

      Para os infográficos, Photoshop e Adobe Illustrator.

      Espero ter sido útil.

      Abraços!

  • Elias Alves da Silva

    Muito bom. Tenho uma sugestão para o artigo ficar ainda melhor: Corrigir a regência do verbo munir, na introdução (“de”, em vez de “com”).

    • Opa Elias!

      Obrigado por comentar e por contribuir com sua opinião! 🙂

      Abraços e sucesso.

  • André Luso

    Henrique,
    esse post seu é muito valioso, assim como outros que andei lendo. Posso compartilhar de que forma esse pos em meu blog?

    • Olá André!

      Você pode colocar à vontade os infográficos nos posts dos blogs, basta deixar o link apontando para o Viver de Blog como a fonte original deles.

      Sucesso com seu site!

      Abraços!

  • David Costa

    Curioso o teu artigo, ja que em portugues de Portugal, o titulo ’80 erros gramaticais que fazem voce parecer um idiota’ estaa errado. O correcto seria substituir o pronome voce por ‘o’ ’80 erros gramaticais que o fazem parecer um idiota’.

    PS: nao ponho acentos graficos porque o meu teclado nao os tem.

    • Olá David!

      Muito obrigado por comentar e por contribuir! Fico feliz que o VDB esteja presente em Portugal 🙂

      Abraços e sucesso.

  • Adorei o infográfico! Mas achei que faltou a clássica que choca todo mundo que descobre: muçarela, e não mussarela! rsrsrsrs

    • Opa Pamela! Obrigado por comentar e por contribuir com sua opinião 🙂
      Abração!

  • Jefferson Moraes

    Excelente Artigo

    • Olá Jefferson!

      Muito obrigado por comentar! Esta é uma excelente maneira de conseguirmos analisar se estamos caminhando na direção certa 🙂

      Abraços e sucesso.

  • Fabiane Cavalcanti

    Parabéns!!! Belo trabalho! Se algum dia for atualizar, sugiro incluir o popular “Vai dá certo!”. A pessoa escreve na melhor das intenções de encorajamento. Mas que dói, dói.

    • Opa Fabiane!

      Obrigado por comentar e por contribuir com sua opinião 🙂

      Fico feliz que tenha gostado do artigo!

      Abração e sucesso.

  • Luiz Medeiros

    Como nos tornamos vulneráveis em boa parte de nossa vida, com algo tão sutil, mas extremamente importante, para o trabalho e nossa vida. É como afirmou a Carla Basílio, esse infográfico não é para o marketing digital apenas, ele tem um conteúdo que vai nos servir para vida toda, em quanto não mudar a ortografia. kkkk! Henrique Carvalho, você está de parabéns!!!

    • Boa Luiz! hahaha É exatamente isso que a Carlinha disse 🙂

      Obrigado por comentar!

      Abração e sucesso.

  • Jéssica Coelho

    Henrique muito bom esse infográfico, obrigada!
    Ao escrever para o meu blog, muitas dúvidas estão surgindo.
    Meu Deus, como nosso idioma é complicadinho 🙁
    Estou ficando muito crítica, acho que até neurótica. Muito medo de pagar mico escrevendo errado haha.

    • haha fica tranquila Jéssica! Acredite, só pelo fato de você já estar buscando aprender mais para melhorar, você já sai na frente de muita gente. 🙂

      Busque se concentrar e não ficar neurótica, pois isso terá uma influência negativa no desenvolvimento do seu texto.

      Abração e conte com a VdB para ajudar você!

      • Jéssica Coelho

        Verdade Henrique! Obrigada pela dica! Abração!

  • Djegovsky

    Há vários pontos apresentados que estão muito longe de ser consenso entre gramáticos. Desse modo, apontar esses fatos da língua como “erros” é bastante equivocado.

    • Opa Djegovsky! Obrigado por comentar e por contribuir com sua opinião! 🙂

      Abração e sucesso!

  • Elias Criri

    Não entendi a razão de usar uma imagem de um índio na parte do mim, será que só os indígenas falam assim ?, pode me explicar ? e sobre certo e errado você desconsiderou todo um trabalho do professor Marcos Bagno, que diz assim.
    * A variação linguística tem que ser objeto e objetivo do ensino de língua: uma educação linguística voltada para a construção da cidadania numa sociedade verdadeiramente democrática não pode considerar que os modos de falar dos diferentes grupos sociais constituem elementos fundamentais da identidade cultural da comunidade e dos indivíduos particulares e que denegrir ou condenar uma variedade linguística equivale a denegrir e a condenar os seres humanos que a falam, como se fossem incapazes, deficientes ou menos inteligentes, é preciso mostrar, em sala de aula e fora dela, que a língua varia tanto quanto a sociedade varia, que existem muitas maneiras de dizer mesma coisa e que todas correspondem a usos diferenciados e eficazes dos recursos que o idioma oferece a seus falantes; também é preciso evitar a prática distorcida de apresentar a variação como se ela existisse apenas nos meios rurais ou menos escolarizados, como se também não houvesse variação ( e mudança) linguística entre os falantes urbanos , socialmente prestigiados e altamente escolarizados, inclusive nos gêneros escritos mais monitorados. “NÃO EXISTE CERTO E ERRADO”

  • Valéria

    Primeiramente parabéns pelo blog, ótimas dicas. Tenho uma dúvida e se possível gostaria que alguém me ajudasse, Como é correto dizer: 20 anos não é fácil ou 20 anos não são fáceis (me referindo a 20 anos de união/casamento, porém, não mencionando a palavra).

    • Opa Valéria! Obrigadão pelo feedback 🙂

      Em relação à sua dúvida, depende do que vem antes dos “20 anos”. Por exemplo: Passar 20 anos (casado) não é fácil ou A convivência de 20 anos (casados) não é fácil ou Os desentendimentos de 20 anos (casados) não são fáceis. Entende?

      Espero ter ajudado.

      Abração e sucesso!

  • ranoite

    a expressão pois é pode ser usada tranquilamente? ou não deve ser usada na escrita!

  • Rui Pereira

    Antes de mais, excelente trabalho, e muitos parabéns pelo Blog.

    Eu sou Português Europeu, e gostava de tirar uma dúvida. Em relação ao obrigado(a) ser adaptado consoante o género da pessoa a quem é dirigido, essa distinção faz parte do nosso acordo ortográfico ou é apenas por uma questão de consideração?

    Tinha a ideia que o “obrigado” seria uma palavra à semelhança do “thanks” que serve apenas para agradecer sem discriminar o género, sendo uma forma de mostrar respeito por quem te estás a dirigir.

    De qualquer forma, foi um grande ajuda para corrigir alguns dos meus vícios.

    Obrigado pela partilha,
    Abraço

    • Opa Rui! Tudo bem cara? 🙂

      Fico feliz que tenha gostado e por ter ajudado você de alguma forma!

      Abração e sucesso!